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Guiné Equatorial nega descontos salariais para a visita do Papa

Governo da Guiné Equatorial nega descontos salariais para financiar a visita do Papa, mantendo versão oficial e pedindo transparência

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  • Guiné Equatorial nega que verbas dos salários tenham sido descontadas para financiar a visita do Papa.
  • O governo afirma que não houve cortes salariais destinados a esse fim.
  • A posição foi divulgada sem apresentar detalhes adicionais ou fontes técnicas.
  • Mantém-se a afirmação de que não houve alteração de vencimentos para a ocasião.
  • Não foram adicionados comentários sobre eventuais impactos ou controvérsias relacionadas.

O Governo da Guiné Equatorial negou, em comunicado oficial, que tenha descontado verbas salariais para financiar a visita do Papa ao país. A defesa chega após pressões e relatos de cidadãos e organizações sobre custos associados à visita papal.

Segundo as autoridades, não houve qualquer retenção ou redução de salários com esse objetivo específico. O governo pretende manter a transparência sobre o uso de verbas públicas em eventos de caráter religioso e institucional.

As informações oficiais foram divulgadas sem indicar números ou fontes adicionais. Não foram detalhadas medidas alternativas para custear a visita nem esclarecimentos sobre o orçamento envolvido.

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