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Dois navios da COSCO atravessam o Estreito de Ormuz

Dois navios da COSCO atravessam Ormuz por corredor seguro criado pelo Irão, em vez da rota habitual, sinalizando impacto no tráfego e no petróleo

Navios no Estreito de Ormuz
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  • Dois navios da COSCO Shipping, os navios Indian Ocean e Arctic Ocean, iniciaram a travessia do estreito de Ormuz, saindo do Golfo Pérsico com destino a águas internacionais.
  • As embarcações não seguiram a rota habitual, entrando num “corredor seguro” disponibilizado pelas autoridades iranianas, que passa por águas territoriais entre as ilhas de Larak e Qeshm.
  • Os navios, com identificador “China Owner” e maioritariamente com contentores vazios, tinham ficado retidos no interior do Golfo Pérsico.
  • A COSCO tem sinalizado que o desvio visa reduzir riscos, aguardando ainda negociações entre Pequim e Teerão sobre a possibilidade de transportar carga pelo corredor seguro.
  • A situação ocorre num contexto de tensões na região que já afetaram a navegação e os custos logísticos, após a retomada de reservas da COSCO para o Médio Oriente.

Dois navios da COSCO Shipping iniciaram hoje a travessia do estreito de Ormuz, usando um corredor seguro disponibilizado pelo Irão. A viagem ocorre dois dias depois de a empresa reabrir reservas de contentores para a região.

Os navios Indian Ocean e Arctic Ocean deixaram o Golfo Pérsico com maioritariamente contentores vazios, segundo o portal Caixin. Mantêm identificação China Owner e evitarão a rota habitual do estreito.

O desvio imbricado envolve atravessar águas sob jurisdição iraniana, entre as ilhas de Larak e Qeshm, na zona norte de Ormuz. O objetivo apresentado é reduzir riscos, dado o contexto de hostilidades na região.

A COSCO indicou que prioriza o regresso de cargueiros vazios, porque danos seriam menores em caso de ataque do que para navios carregados. Ainda não é claro se navios com carga podem usar o corredor, dependente de negociações entre Pequim e Teerão.

Alguns navios já teriam pago a taxa para usar o corredor, possivelmente em yuan, segundo a Lloyd’s List Intelligence. Aguardam-se informações sobre eventual permisso de passagem de cargueiros com carga.

Após a reabertura de reservas, o cargueiro Aquarius atracou em Sohar, Omã, com quase 200 mil toneladas destinadas ao Golfo. A região continua conturbada por ataques e ameaças, impactando custos logísticos e o preço do petróleo.

Contexto recente aponta para aumento dos custos logísticos e subida dos preços do petróleo, afetando também mercados como o chinês, com impactos na inflação de combustíveis. A situação segue em evolução com negociações entre os países envolvidos.

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