- Israel bombardearam instalações nucleares iranianas, incluindo a central de extração de urânio em Yazd e a central de água pesada em Arak, no centro do Irão.
- Não houve feridos nem fugas radioativas; o chefe da diplomacia iraniana prometeu cobrar um “preço alto” pelos ataques.
- Estados Unidos adiaram ataques a infraestruturas energéticas devido às negociações indiretas com Teerão; o presidente anunciou ter adiado o ultimato para o dia 6 de abril.
- O secretário de Estado norte‑americano, Marco Rubio, disse que espera que o conflito termine em semanas, não meses, prevendo que o Irão ficará mais fraco.
- Rubio esteve em Paris em reunião do G seven, que pediu cessação imediata dos ataques; discutiu a criação de uma coligação para permitir a passagem no estreito de Ormuz, com o Reino Unido na liderança.
Na véspera de completar um mês desde o início do conflito, ataques atingiram instalações nucleares iranianas, conforme a imprensa local. Fontes oficiais iranianas acusam o envolvimento de “inimigo americano e sionista” nos ataques a centrais estratégicas no centro do país. Não houve registo de feridos nem de fuga radioativa.
Israel confirmou bombardamentos numa instalação de extração de urânio em Yazd e numa unidade de água pesada em Arak, a norte de Shiraz. A segunda instalação estava encerrada sob o acordo nuclear de 2015, usado para investigação médica; Israel alega, sem apresentar provas, que servia à produção de armamento nuclear.
O governo iraniano reagiu com uma promessa de retaliação, com o chefe da diplomacia, Abbas Araghchi, a falar em “preço alto pelos crimes israelitas”. A Guarda Revolucionária advertiu trabalhadores de zonas industriais na região a abandonar locais com ações americanas e associadas ao regime sionista.
Enquanto isso, os EUA mantêm a estratégia de não atacar infraestruturas energéticas, alegando negociações indiretas com Teerão. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, disse esperar que o conflito termine em semanas, não meses, apesar de não existir presença de tropas no terreno.
Coligação por Ormuz
Rubio participou numa reunião de ministros do G7 em Paris, onde foi reiterada a exigência de cessação dos ataques contra civis e infraestruturas civis. O diplomata ressaltou a rejeição a uma cobrança de portagens no estreito de Ormuz, e indicou apoio a uma coligação para assegurar a passagem marítima, com o Reino Unido a liderar a iniciativa.
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