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Extrema-direita europeia apoia Orbán em eleições que testam o primeiro-ministro

Extrema-direita europeia apoia Viktor Orbán em Budapeste, a poucos dias das eleições húngaras de 12 de abril, com sondagens a indicar possível derrota

Assembleia de partidos de extrema-direita europeus com o grupo de Orbán, "Patriotas para a Europa", em Budapeste, Hungria, segunda-feira, 23 de março de 2026
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  • Líderes de mais de dez partidos de extrema-direita reuniram-se em Budapeste para apoiar o primeiro-ministro Viktor Orbán.
  • O encontro abriu a primeira grande assembleia dos “Patriotas pela Europa”, grupo criado em 2024 por Orbán e aliados.
  • O evento contou com figuras como Marine Le Pen, Matteo Salvini e Geert Wilders, de 13 países da UE.
  • Oradores pediram aos húngaros que votem em Orbán e no Fidesz nas eleições de 12 de abril, com críticas à União Europeia e à imigração.
  • Embora Orbán tenha apelado a uma transformação do centro de Bruxelas, as sondagens indicam que está atrás de um adversário de centro-direita, três semanas antes das eleições.

Na capital húngara, Budapeste, mais de uma dezena de formações políticas de extrema-direita reuniram-se para apoiar o primeiro-ministro Viktor Orbán. O encontro ocorreu na segunda-feira, antecedendo as eleições de 12 de abril, e marcou a primeira grande assembleia do grupo Patriotas pela Europa, criado em 2024 por Orbán e aliados.

Participaram dirigentes de 13 países da União Europeia, com o objetivo de reforçar a candidatura de Orbán e do partido Fidesz. Os apoiantes defenderam posição firme em imigração, soberania nacional e valores conservadores, propostas centrais do bloco.

Participação de figuras-chave

Entre os presentes estiveram líderes como Marine Le Pen, Matteo Salvini e Geert Wilders, que subiram ao palco para elogiarem Orbán e incentivarem o voto no candidato húngaro. Le Pen destacou a firmeza de Orbán em temas como imigração e identidade nacional.

Durante o discurso de Orbán, o líder criticou a União Europeia, afirmando que vê o bloco a tentar assumir o controlo de Bruxelas. Argumentou que falhas da atual elite liberal e questões como o Pacto Verde e a gestão migratória justificam o reforço dos patriotas nacionais.

O enquadramento da reunião surge numa fase em que Orbán, no poder desde 2010, continua a consolidar o controlo institucional e a alinhar séculos de governança com um discurso de resistência a Bruxelas. Sondagens, porém, apontam para uma vantagem incerta na reta final para as eleições de abril.

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