- O Pentágono vai pedir ao Congresso 200 mil milhões de dólares adicionais para financiar a guerra no Médio Oriente (cerca de 175 mil milhões de euros).
- O orçamento do corrente ano está em torno de 800 mil milhões de dólares, com 150 mil milhões adicionais já previstos pelos cortes fiscais de Trump no ano passado.
- Nos primeiros seis dias de conflito, os gastos chegaram a 12,7 mil milhões de dólares, sendo cerca de metade em munições ofensivas e defensivas.
- Além dos 2.200 fuzileiros do 31.º Corpo Expedicionário que devem chegar até ao final do mês, planeia-se enviar milhares de militares adicionais para a região.
- Entre os planos em curso estão a possível tomada da ilha estratégica de Kharg, uma operação para capturar urânio enriquecido do Irão e uma incursão terrestre para controlar o lado iraniano do Estreito de Ormuz.
O Pentágono vai pedir ao Congresso 200 mil milhões de dólares adicionais para financiar o custo da guerra no Médio Oriente. O orçamento para o ano em curso ronda os 800 mil milhões, mantendo-se sob pressão para sustentar o esforço.
Apesar dos cortes fiscais aprovados por Trump, o Departamento de Defesa afirma que precisa de fundos extra para manter as operações atuais no terreno. Dados divulgados esta semana indicam que, nos primeiros seis dias de conflito, foram gastos 12,7 mil milhões de dólares.
O Departamento ainda planeia enviar milhares de militares adicionais à região, além dos 2200 marines do 31º Corpo Expedicionário que deverão chegar até ao fim do mês. O objetivo é assegurar opções para expandir as operações, incluindo ações terrestres, se necessário.
Entre as opções consideradas pelas autoridades está a possibilidade de tomar a ilha de Kharg, bem como operações para obter urânio enriquecido do Irão ou uma incursão para controlar o lado iraniano do Estreito de Ormuz. As decisões dependem de evoluções no terreno e de avaliações estratégicas.
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