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Infraestruturas de energia tornaram-se alvo principal em troca de ataques

Infraestruturas de energia sob ataque, com retaliação iraniana, alerta do Catar sobre impacto no fornecimento global e resposta dos EUA.

Maior do Mundo, a instalação de gás natural liquefeito de Ras Laffan, no Catar, foi atingida
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  • Ataques iranianos ao campo de gás South Pars resultaram em retaliação que afetou infraestruturas energéticas, incluindo Ras Laffan, no Catar, onde fica a maior instalação de gás natural liquefeito do mundo.
  • O primeiro-ministro do Catar disse que os ataques não visam interesses americanos e alertou para repercussões significativas no fornecimento de energia global.
  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Israel conduziu o ataque a South Pars sem aviso, assegurando que os EUA não tinham conhecimento prévio e que o Catar não estava envolvido.
  • O Irão avisou que não há restrições se as infraestruturas forem atingidas novamente, tendo já atacado refinarias no Kuwait, na Arábia Saudita e em Israel, com navegação da Marinha também atingida no mar Cáspio.
  • O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que não arrastou os EUA para a guerra e sugeriu uma operação terrestre contra o Irão, afirmando que o Irão está a ser dizimado.

Após um ataque ao campo de gásSouth Pars, no Irão, ocorrido na quarta-feira, Teerão lançou uma retaliação que mirou infraestruturas energéticas numa escalada regional. Fontes próximas aos intervenientes indicaram que os Estados Unidos rejeitaram qualquer envolvimento direto no ataque inicial, enquanto o Catar alertou para consequências globais no fornecimento de energia.

O ataque iraniano atingiu Ras Laffan, cidade industrial do Catar que alberga a maior instalação de gás natural liquefeito (GNL) do mundo. O bloco de energia do Catar afirmou que as acusações de Teerão de que o conjunto mirava interesses norte-americanos não correspondem à realidade e destacou possíveis impactos significativos para o fornecimento mundial.

Segundo Donald Trump, Israel esteve por detrás do ataque ao campo sul do Irão, executado sem aviso prévio. O Presidente dos EUA afirmou ainda que não houve consentimento norte-americano e que o Catar não estava envolvido no episódio, acrescentando que Teerão reagiu de forma injustificada.

A Administração norte-americana advertiu que não pretende responder com tropas no terreno, embora tenha mantido a capacidade de ação. Em resposta, o Irão prometeu não colocar restrições caso ocorram novos ataques às suas infraestruturas críticas, incluindo refinarias e instalações marítimas de energia.

Benjamin Netanyahu assumiu a responsabilidade pelo ataque a South Pars, defendendo que Israel não arrastou os EUA para a guerra. O primeiro-ministro hebraico pediu à população iraniana que se mobilize para derrubar o Governo, sugerindo ainda uma possível operação terrestre para alcançar objetivos estratégicos.

A ofensiva iraniana já atingiu outras infraestruturas regionais, com relatos de ataques a refinarias no Kuwait e na Arábia Saudita, bem como numa instalação israelita em Haifa. Navios da Marinha iraniana também teriam sido atingidos por ações de Israel no Mar Cáspio, num desdobramento que aumenta a escalada regional.

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