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Incêndio em Hong Kong com 168 mortos pode ter origem em cigarros e inflamáveis

Incêndio em Wang Fuk Court, Hong Kong, que ceifou 168 vidas, pode ter começado com cigarros a incendiar materiais inflamáveis; comissão de investigação já ouve advogados

Incêndio que deflagrou a 26 de novembro em Hong Kong causou 168 mortos
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  • O incêndio no Wang Fuk Court, em Hong Kong, em 26 de novembro de 2025, resultou em 168 mortos e destruição de sete dos oito prédios do complexo.
  • A comissão criada em dezembro começou a ouvir advogados; o principal advogado Victor Dawes indicou que a origem pode ter sido cigarros a incendiar materiais inflamáveis, com beatas e caixas queimadas encontradas no local.
  • Dawes disse que, no dia do incêndio, quase todos os sistemas de segurança falharam, com alarmes e mangueiras ligados, andaimes pouco resistentes ao fogo e sem janelas nas escadas, dificultando a fuga.
  • A comissão deve ouvir depoimentos de testemunhas, incluindo moradores, após as audiências com advogados, num processo que deverá durar cerca de nove meses.
  • Muitos ex-moradores vivem em moradias temporárias; o governo pretende permitir visitas aos apartamentos em abril para que afetados recuperem pertences.

O incêndio no complexo residencial Wang Fuk Court, em Hong Kong, em 26 de novembro de 2025, deixou 168 mortos. A investigação aponta como possível origem cigarros que incendiaram materiais inflamáveis nos edifícios. Beatas e caixas queimadas foram encontradas no local.

A comissão criada em dezembro para apurar a tragédia começou a ouvir advogados na primeira audiência. Victor Dawes, o principal advogado, indicou a hipótese dos cigarros, se confirmada, significando possível violação de regras durante obras de renovação.

Segundo Dawes, vários fatores contribuíram para a tragédia. Quase todos os sistemas de segurança antissismo falharam no dia, e alarmes e mangueiras estavam desligados. As redes de andaimes não eram resistentes ao fogo, e não havia janelas nas escadas, dificultando a fuga.

A comissão pretende ouvir testemunhas, incluindo moradores do bairro, após os advogados. O inquérito tem prazo de nove meses, conforme anunciara o governo de Hong Kong.

Desde o incêndio, muitos ex-moradores vivem em habitações temporárias, com intenção de reconstruir o complexo. O AP relata esse desejo da maioria.

O líder de Hong Kong, John Lee, afirmou que o governo facilitará visitas aos apartamentos em abril para recuperação de pertences das famílias afetadas.

O fogo atingiu sete dos oito prédios do conjunto habitacional, que ficou em grande parte destruído. Dias após a tragédia, várias pessoas ligadas às obras de renovação foram detidas por suspeitas de corrupção.

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