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EUA dizem que o Irão não retomou o programa nuclear

Inteligência dos EUA afirma que o Irão não retomou o enriquecimento nuclear desde os bombardeamentos, contrariando a justificação para a intervenção militar

Diretora dos serviços secretos, Tulsi Gabbard, numa audição no Senado
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  • Os serviços secretos dos EUA concluíram que o Irão não tentou retomar o programa de enriquecimento nuclear desde os bombardeamentos de junho do ano passado, com as instalações subterrâneas atingidas a serem seladas.
  • A avaliação foi apresentada por escrito pela diretora Tulsi Gabbard numa audiência no Senado, mas não foi mencionada no depoimento oral, o que gerou críticas de congressistas.
  • O Presidente Donald Trump tem justificado a intervenção militar com a alegada ameaça nuclear iminente por parte do Irão, uma posição que o relatório contesta.
  • O senador Mark Warner acusou Gabbard de omitir elementos que contradizem a posição do Chefe de Estado durante a audiência.
  • Os serviços de inteligência alertaram também para o aumento das capacidades globais de mísseis, estimando que o número de sistemas capazes de atingir os EUA pode ultrapassar 16 mil até 2035.

O(s) serviços secretos dos EUA concluíram que o Irão não tentou retomar o programa de enriquecimento nuclear, destruído nos ataques de 2025. A avaliação foi apresentada por escrito pela diretora Tulsi Gabbard numa audiência no Senado, sem ser mencionada no depoimento oral.

Segundo o documento, não houve qualquer esforço de Teerão para restaurar capacidades de enriquecimento desde os bombardeamentos de junho do ano passado. Foi igualmente indicado que as instalações atingidas foram seladas.

Contexto político e respostas

A imprensa descreve tensões entre a administração e o Congresso, com críticas pela forma de apresentação do material.

A audiência ocorreu um dia depois da demissão de um alto responsável antiterrorista dos EUA, que considerou que a República Islâmica não representava ameaça iminente.

Perspetivas estratégicas

Gabbard afirmou que a Rússia mantém vantagem na guerra na Ucrânia e deverá prolongar o conflito até um acordo.

Relativamente à China, os serviços de informação vêem Pequim a modernizar rapidamente as Forças Armadas, visando eventual ataque a Taiwan, embora prefira reunificação pacífica.

Os serviços norte-americanos alertaram para o aumento das capacidades globais de mísseis, estimando que até 2035 podem existir mais de 16 mil sistemas capazes de alcançar território dos EUA.

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