- Regimes autoritários estão a intensificar e a institucionalizar a cooperação além de encontros periódicos.
- Um estudo da Action for Democracy mapeia a ascensão de uma nova “internacional” autoritária.
- A análise aponta a Rússia e a China como centros de uma rede em expansão.
- As redes visam produção e difusão de propaganda, bem como partilha de ferramentas e estratégias de controlo e repressão.
- As democracias são exortadas a responder e adaptar-se a este fenómeno, que se desenvolve dentro e fora das suas fronteiras.
O estudo da Action for Democracy aponta que regimes autoritários estão a intensificar e a institucionalizar a cooperação, além das cimeiras periódicas, para criar redes de propaganda e de controlo.
A pesquisa identifica a Rússia e a China como núcle central de uma rede em expansão, com aliados que partilham ferramentas, técnicas de repressão e estratégias de influência dentro e fora das fronteiras.
A apresentação ocorreu nesta quarta-feira, num eixo que alega ter ganhado força face à desunidade entre democracias e à fragmentação internacional existente.
Segundo o relatório, os regimes autoritários articulam produção e difusão de conteúdos, bem como partilha de tecnologias de vigilância e de repressão para reforçar o controle interno.
O estudo exorta as democracias a responderem de forma coordenada, com maior cooperação regional e internacional, para enfrentar o que descreve como novo “princípio organizador” do autoritarismo do século XXI.
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