- O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou de madrugada que terá “a honra de assumir o controlo de Cuba”, sugerindo a possibilidade de libertação ou controlo.
- As declarações surgem num contexto de grave crise energética em Cuba, com apagões de grande dimensão no país.
- Trump afirmou ainda que pode fazer “o que quiser” com Cuba.
- O The New York Times reporta que, nas negociações com responsáveis cubanos, o atual presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, deverá abdicar do cargo.
- Díaz-Canel reconheceu que existem negociações com a Administração Trump para encontrar soluções; Cuba não recebe carregamentos de petróleo há três meses devido ao embargo, o que provocou escassez de combustíveis e o encerramento de duas centrais elétricas, levando o país a recorrer ao gás natural, às centrais termoelétricas e à energia solar.
Donald Trump afirma que pode assumir o controlo de Cuba e diz que seria “uma honra” fazê-lo. Em declarações proferidas na madrugada de terça-feira, o antigo presidente dos EUA sugeriu que pode agir para libertar ou controlar a ilha. A notícia surge num contexto de crise energética cubana e de tensões com Washington.
Trump afirmou ainda que Cuba é uma nação “muito enfraquecida” no momento, numa alusão à escassez de combustíveis agravada pelo embargo norte-americano a petróleo venezuelano. As declarações foram recolhidas pelo The Guardian.
Contexto político e económico
O The New York Times reporta negociações entre Washington e Havana, em que se sugeriu que o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, poderá renunciar ao cargo. O líder cubano confirmou que existem conversações para mitigar diferenças entre os dois países, via diálogo.
Díaz-Canel disse que as discussões visam soluções bilaterais, com fatores internacionais a facilitar o processo. A semana passada, o chefe de Estado cubano admitiu publicamente que não há carregamentos de petróleo há três meses devido ao bloqueio dos EUA.
Perspetivas para o abastecimento energético
Cuba recorre ao gás natural, a centrais termoelétricas e à energia solar para f sustentar o fornecimento, mas a produção continua limitada. O país regista cortes de energia significativos e o encerramento de duas centrais elétricas, agravando a crise.
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