- Cuba mobilizou-se para restabelecer a energia após um apagão nacional; dois terços do país já tinham energia pela manhã de terça-feira.
- Um sismo de magnitude 5,8 atingiu a costa de Cuba na manhã de terça, sem relatos imediatos de vítimas ou danos.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar tomar Cuba, dizendo que acredita que terá a honra de o fazer.
- O sistema elétrico cubano continua degradado, com cortes diários de energia e falta de combustível para gerar eletricidade.
- Desde a destituição do principal aliado, Nicolás Maduro, pelos EUA, a economia cubana sofre com o embargo petrolífero; o governo autorizou exilados cubanos a investir e a possuir empresas no país.
O país viveu um apagão nacional na terça-feira, com o Governo cubano a indicar que dois terços da população já tinha energia de volta pela manhã. O blecaute ocorreu em plena tensão com o presidente dos EUA, Donald Trump, que voltou a ameaçar intervir na ilha.
O Ministério da Energia cubano não detalhou as causas do apagão, mas explicou que o restabelecimento ocorreu gradualmente em várias regiões, com bairros de Havana já com eletricidade recuperada. A energia continua instável nalgumas zonas.
Além do corte de luz, Cuba enfrentou um sismo de magnitude 5,8 ao largo da costa na manhã desta terça-feira, sem relatos imediatos de feridos ou danos relevantes. Não houve confirmação de impacto direto na infraestrutura.
Trump reiterou, em declarações públicas, que pretende tomar medidas em relação a Cuba, numa fase de endurecimento das pressões contra o regime comunista. A intervenção americana permanece incerta e sem confirmação oficial.
A economia cubana continua sob pressão agravada pelo embargo energeticamente restritivo, com o abastecimento de petróleo afetado desde janeiro. A queda de abastecimento afetou o setor elétrico e o turismo, principal motor económico do país.
Numa tentativa de atenuar a pressão económica, o Governo cubano anunciou que exilados poderão investir e ser proprietários de empresas no país, uma medida inédita para atrair capital externo. A decisão surge num contexto de ajustes internos.
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