- Até 150 protestos contra a guerra no Médio Oriente realizam-se sábado em cidades espanholas, convocados pela plataforma pacifista Parar la Guerra.
- A Embaixada dos Estados Unidos em Espanha alertou os cidadãos para possíveis concentrações e recomendou prudência durante o fim de semana; organizadores garantem que as ações são pacíficas e não decorrerão perante embaixadas ou consulados.
- O Governo espanhol, liderado pelo Partido Socialista, mantém a defesa da paz e a rejeição de uma escalada militar na região.
- Duzentas personalidades do mundo cultural e político assinam um manifesto contra os ataques ao Irão, apelando a uma solução duradoura para o Médio Oriente e ao fim da violência em Gaza.
- O manifesto condena os ataques ao Irão, afirma que cabe ao povo iraniano decidir o rumo do país e expressa solidariedade com o Irão, destacando o papel das mulheres nos protestos e na defesa de direitos cívicos.
Várias cidades espanholas vão acolher neste sábado até 150 protestos contra a guerra no Médio Oriente. As concentrações são organizadas pela plataforma pacifista Parar la Guerra, criada em outubro de 2023, após o início do conflito em Gaza. A embaixada dos EUA em Espanha alertou os cidadãos para possíveis concentrações e recomendou prudência durante o fim de semana.
Os organizadores asseguram que todas as ações terão carácter pacífico e indicam que nenhuma mobilização decorrerá em frente a embaixadas ou consulados. O lema das ações é Não à guerra, num contexto de defesa da diplomacia por parte do Governo espanhol, que insiste numa posição de paz e na rejeição de escaladas militares.
Contexto político e diplomático
O Governo socialista mantém a defesa de evitar envolvimento direto no conflito, promovendo diplomacia e uma resolução pacífica. O presidente Pedro Sánchez tem reiterado essa linha em atos públicos recentes, destacando a necessidade de menor intervenção militar.
Manifesto assinado por personalidades
Cerca de 200 figuras do mundo cultural e político assinarem um manifesto contra os ataques ao Irão. Entre os signatários estão artistas, cineastas, músicos e dirigentes partidários, que denunciam violações do direito internacional e apelam a uma solução duradoura para a região.
Conteúdo do manifesto
Os signatários condenam as ações de Estados Unidos e de Israel contra o Irão, classificando-as como violação do direito internacional. Defendem o fim da violência em Gaza, o reconhecimento dos direitos do povo palestiniano e apelam à participação popular na defesa de liberdades.
Enfoque nas condições locais
O documento enfoca ainda o papel das mulheres nos protestos e o apoio à democracia, à igualdade e às liberdades fundamentais. Os signatários destacam a necessidade de respeito pelas normas internacionais e de soluções estáveis para o Médio Oriente.
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