- María Corina Machado, líder opositora da Venezuela e vencedora do Prémio Nobel da Paz, acusa o Governo interino de Delcy Rodríguez de querer prolongar o terror.
- A denúncia surge após um tribunal ter negado amnistia a Perkins Rocha, conselheiro jurídico da maior coligação anti-chavista e ex-deputado.
- Machado afirma que negar amnistia seletivamente é repressão.
- Alega que o regime pretende prolongar o terror para quebrar a moral dos que lutam pela democracia e pela liberdade no país.
- Diz ainda que os opositores não vão conseguir diante dessa atuação.
Oposta venezuelana María Corina Machado afirmou que o Governo interino liderado por Delcy Rodríguez pretende prolongar o terror no país. A denúncia foi feita após a recusa de amnistia a Perkins Rocha, conselheiro jurídico da maior coligação anti-chavista e ex-deputado.
Machado descreveu a decisão do tribunal como repressão seletiva e acusou o regime de tentar desmoralizar quem luta pela democracia e pela liberdade na Venezuela. A líder oposicionista recorreu às redes sociais para comunicar a posição.
Perkins Rocha, ligado à maior aliança anti-chavista, viu-se sem a proteção pretendida pela amnistia, numa altura em que o país enfrenta tensões políticas intensas. O tribunal não detalhou os motivos do não concedimento da amnistia.
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