- José Luís Carneiro votou nas eleições diretas do PS em Baião e é candidato único a secretário-geral.
- Acusa o Governo de insensibilidade e de incompetência na resposta a problemas fundamentais como saúde, habitação e salários.
- Com a decisão do Tribunal Constitucional de manter a obrigatoriedade de divulgar os clientes da Spinumviva no registo de interesses, Carneiro sustenta que quem tem vida pública precisa prestar contas.
- Diz que há desilusão dos cidadãos com o Governo, descrevendo descoordenação e incapacidade na resposta às intempéries, combinadas com alguma esperança no PS.
- Sobre o aumento dos combustíveis, recorda que pediu mitigação em três domínios — combustíveis, redução de IVA em bens essenciais e custos de empréstimos à habitação — e acusa o Executivo de não ter seguido o caminho alternativo apresentado.
José Luís Carneiro, secretário-geral do PS, voltou a criticar o Governo após votar nas eleições diretas do partido, em Baião. Reclamou de insensibilidade e de incompetência na resposta a questões cruciais como saúde, habitação e salários.
O líder socialista reagiu à decisão do Tribunal Constitucional que manteve a obrigatoriedade de o primeiro-ministro divulgar os clientes da Spinumviva no registo de interesses. Carneiro afirmou que quem tem vida pública deve estar preparado para prestar contas.
Durante as declarações aos jornalistas, Carneiro frisou que não pretende comentar questões judiciais, mas acrescentou que a vida pública implica transparência total da vida pessoal e familiar, com responsabilidade de prestação de contas.
O socialista disse ter sentido uma desilusão generalizada entre os cidadãos face ao Governo, apontando para uma resposta inadequada a preocupações populares e para uma imagem de insensibilidade.
Antes, o secretário-geral criticou a gestão de medidas de apoio às populações afetadas pelas intempéries, referindo descoordenação e incapacidade. Indicou que há um desalento com o Governo, ao mesmo tempo em que cresce a esperança no PS.
Relativamente ao aumento dos combustíveis, Carneiro recordou as propostas que apresentou no debate quinzenal: medidas de mitigação para combustíveis, IVA reduzido em bens essenciais e apoio aos custos de empréstimos à habitação. Afirmou que o Governo não seguiu esse caminho.
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