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Von der Leyen admite tetos do preço do gás, mas não aumenta importações russas

Von der Leyen admite tetos ao gás e rejeita aumentar importações de petróleo russo, destacando que três mil milhões de euros já pesam nos contribuintes

Von der Leyen
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  • A presidente da Comissão Europeia admite impor tetos ao preço do gás.
  • A Europeanai estima que o aumento de preços da energia já custou aos contribuintes três mil milhões de euros em importações de combustíveis fósseis desde o início do conflito.
  • Foi reiterada a recusa em aumentar as importações da Rússia.
  • Adverte que abandonar a estratégia de longo prazo para regressar aos combustíveis fósseis russos seria um erro estratégico, tornando a UE mais dependente e vulnerável.
  • O comentário inclui referência ao primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán, que pediu o levantamento das sanções à UE sobre as importações de petróleo russo numa carta à Comissão Europeia.

A presidente da Comissão Europeia disse, nesta quarta-feira, que a UE pode manter tetos ao preço do gás para aliviar o custo da energia aos cidadãos. A responsabilização pela alta dos preços é apresentada como uma carga para os contribuintes, que já representam custos de vários milhares de milhões de euros. A dirigente destacou que não deve haver aumento das importações de gás e petróleo russos como resposta à atual crise energética.

Na intervenção no Parlamento Europeu, Ursula von der Leyen referiu que desde o início do conflito no Irão os preços do gás subiram cerca de 50% e os do petróleo 27%. Em euros, estimou que apenas em dez dias de conflito os contribuintes suportaram mais de três mil milhões de euros em importações de combustíveis fósseis. Estas cifras são apresentadas como parte da análise de custo da dependência energética.

A presidente da Comissão advertiu contra uma aposta de curto prazo que recupere o uso de combustíveis fósseis russos, afirmando que tal caminho aumentaria a dependência e a vulnerabilidade da UE. A menção situou-se num contexto de debate com o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, que escreveu à Comissão Europeia a pedir o levantamento de sanções à importação de petróleo russo.

Contexto e perspetivas da UE

Von der Leyen reiterou que a prioridade é proteger os consumidores e manter a segurança de abastecimento, sem comprometer a transição para fontes de energia mais limpas. O debate acontece numa altura em que a UE procura caminhos para reduzir a exposição a mercados externos e diversificar fontes de energia, mantendo o foco na estabilidade económica.

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