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Metade dos europeus não usa transportes públicos; Portugueses acima da média

UE: 51% não usou transportes públicos em 2024; Portugal fica acima da média com 68%. No e-commerce, Portugal tem 4,5% de queixas, a mais baixa da UE

Transportes públicos
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  • Em 2024, 51% dos cidadãos da União Europeia não utilizaram transportes públicos; em Portugal a taxa é de 68%.
  • Entre os países da UE com menor utilização dos transportes públicos, destacam-se Chipre (85% não usou), Itália e Portugal (ambos 68%), França (65%), Eslovénia (62%) e Grécia (61%).
  • No extremo oposto, Luxemburgo registou 15,7% de não utilizadores, seguido de Estónia e Suécia, ambos com 27%.
  • No inquérito sobre o uso de tecnologias de informação e comunicação, 35,4% dos compradores online na UE encontraram problemas; Portugal teve o registo mais baixo de queixas, enquanto Malta, Países Baixos e Luxemburgo registaram os valores mais altos.
  • Os problemas mais comuns foram entrega mais lenta (20%), dificuldade de utilização ou fraco desempenho do site (11,5%) e entrega de produtos ou serviços incorretos ou danificados (10,4%).

Mais de metade dos cidadãos da União Europeia não utilizaram transportes públicos em 2024. O estudo do Eurostat mostra que 51% da população UE ficou fora dos transportes públicos, com a situação a variar entre países e regiões. Em Portugal, a percentagem sobe para 68%.

Entre os Estados-Membros, Chipre registou o valor mais elevado de não utilização (85%). Seguiram-se Itália e Portugal, ambos com 68%, França (65%), Eslovénia (62%) e Grécia (61%). No extremo oposto, Luxemburgo tem apenas 15,7% de não utilizadores, seguido pela Estónia e pela Suécia (27% cada).

O inquérito integra ações para assinalar o Dia Mundial dos Direitos do Consumidor, celebrado no domingo. O estudo avaliou problemas enfrentados por compradores online, destacando expressão de dificuldades em sites ou apps de compras.

Mais de um terço dos consumidores UE (35,4%) encontraram problemas ao comprar online. Em Portugal, o registo de queixas foi o mais baixo entre os países analisados, com 4,5% dos respondentes.

Entre os problemas reportados, o atraso na entrega foi o mais comum (20%). Em seguida, destacaram-se dificuldades de utilização ou fraco desempenho de sites (11,5%) e entregas incorretas ou danificadas (10,4%).

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