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Trump diz que guerra no Irão terminará em breve e alerta Teerão sobre petróleo

Trump diz que a guerra no Irão pode terminar muito em breve, mas alerta Teerão para evitar interrupções no fluxo de petróleo

O Presidente Donald Trump fala durante uma conferência de imprensa, segunda-feira, 9 de março de 2026, no Trump National Doral Miami em Doral, Florida
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  • Trump disse a legisladores republicanos que a guerra no Irão pode terminar “muito em breve”, mas não apontou um calendário, e avisou que, se o Irão interromper o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz, os EUA responderão com força muito superior.
  • O presidente afirmou que os objetivos da operação estão a ser alcançados e que a guerra terminará quando tudo estiver feito, mantendo a possibilidade de escalada caso haja perturbação do petróleo.
  • Os preços globais do petróleo subiram temporariamente após a nomeação de um novo líder supremo no Irão, mas recuaram mais tarde, com investidores a esperarem um desfecho mais rápido do conflito.
  • O Irão, por meio da Guarda Revolucionária, disse que é Teerão quem decide quando a guerra termina; Israel também realizou ataques de maior escala contra alvos iranianos e de grupos ligados ao Irão.
  • O conflito já provocou dezenas de vítimas entre militares e civis, mantendo-se elevado o número de mortos no Irão (a pelo menos 1.230) e no Líbano (pelo menos 397), com várias dezenas de ataques e retalições entre as partes.

Donald Trump afirmou aos legisladores republicanos que a guerra com o Irão poderá terminar muito em breve, mas não apresentou um calendário. O presidente disse que Washington tem obtido um enorme progresso no terreno, mantendo, porém, a guerra até que os objetivos estejam alcançados. O tom foi de cautela quanto a uma possível escalada caso o Irão interrompa o fluxo de petróleo.

O exército norte-americano continua envolvido em ataques na região, com Teerão a reagir e a defender que só terminará a guerra quando assim o entender. Enquanto isso, o mercado de energia reagiu inicialmente com alta dos preços, antes de recuar conforme analistas ajustaram as perspetivas de duração do conflito.

Trump descreveu a operação militar como uma intervenção de curta duração destinada a impedir o Irão de dominar o Médio Oriente. Apontou que as ações teriam já reduzido capacidades como programa de mísseis, força aérea e redes de comando do Irão. O presidente repetiu a ideia de que os Estados Unidos superam as projeções de guerra.

Reação internacional e impacto económico

O Irão escolheu um novo líder supremo, o Ayatollah Mojtaba Khamenei, numa nomeação que gerou incerteza nos mercados de energia. Investidores temem interrupções no Estreito de Ormuz, passagem estratégica de crude, o que pode afetar fornecimentos globais.

Israel afirma ter realizado ataques de grande escala em várias áreas do Irão, incluindo Isfahan e Teerão, bem como ações no sul do Irão. O Hezbollah, apoiado pelo Irão, disparou foguetes contra Israel a partir do Líbano, em resposta a desenvolvimentos regionais.

Abordagens e balanço da violência

As forças de combate israelitas mantêm campanhas aéreas diárias no Líbano contra infraestruturas consideradas integrantes do Hezbollah. Em Teerão, múltiplos cenários de retaliação foram noticiados, com várias explosões e danos não especificados pela imprensa local.

O conflito já provocou várias fatalidades em toda a região. Dados oficiais indicam mais de 1.230 mortos no Irão e 397 no Líbano, com sete militares norte-americanos entre os falecidos até ao momento. Ryce de civis e danos em infraestruturas também são relatados.

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