- O diretor-geral da ORF, Roland Weissmann, demitiu-se após acusações de assédio sexual; ele nega as acusações e a estação promete investigação rápida e transparente.
- A ORF agradeceu a Weissmann pelos três décadas de serviço e afirmou que a saída é com efeitos imediatos.
- Ingrid Thurnher assume a direção-geral da ORF em regime de interinidade, até possível nomeação futura.
- O Festival Eurovisão da Canção 2026 realiza-se em Viena, com meias-finais a 12 e 14 de maio e final a 16 de maio.
- Participam 35 países; Espanha, Irlanda, Países Baixos, Eslovénia e Islândia não irão confirmar participação como protesto contra a presença de Israel.
Roland Weissmann, diretor-geral da ORF, demitiu-se em Viena, com efeitos imediatos, após acusações de assédio sexual envolvendo um funcionário da própria empresa. A decisão ocorreu num momento em que a ORF vai acolher a Eurovisão 2026.
A direção da ORF informou que Weissmann, de 57 anos, nega as acusações. A estação acrescentou que o caso deverá ser investigado de forma rápida e transparente, sem prejudicar a imagem da emissora.
O advogado do ex-gestor, Oliver Scherbaum, afirmou que Weissmann se demitiu para evitar danos à organização, sem conhecer em detalhe todas as acusações. Ingrid Thurnher assume a direção-geral em regime de interinidade.
Eurovision 2026 em Viena
Em Viena realiza-se o Festival Eurovisão da Canção 2026 entre 12 e 16 de maio, com as meias-finais a 12 e 14 e a final a 16. Participam 35 países, entre eles alguns que anunciaram não competir este ano devido ao debate sobre Israel.
Este ano, Espanha, Irlanda, Países Baixos, Eslovénia e Islândia não integram o lote de qualificados, em protesto contra a participação de Israel. O lema é «United by Music», e a edição continua sob tensão diplomática.
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