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Aiatolás e xiitas: entenda a nova guerra no Oriente Médio

Nova vaga de confrontos no Médio Oriente, após ataque a Teerão, promete reverberar regionalmente, com ataques a infraestruturas e aumento de preços do petróleo

Homem coloca bandeira do Irão no meio de destroços em Teerão
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  • ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão levou à morte do líder supremo aiatola, Ali Khamenei, em Teerão, em 28 de fevereiro, segundo o texto, e marcou o início de uma nova fase de conflito.
  • explicação sobre aiatolas: clérigos muçulmanos que detêm importância política e religiosa no Irão desde 1979. Khamenei era a figura central do regime iraniano.
  • o texto descreve o Irão como regime xiita, em contraste com o universo sunita, e refere críticas ao regime iraniano pela repressão de manifestações e direitos das mulheres.
  • resposta iraniana incluiu lançamento de mísseis e drones contra Israel e bases na região sob proteção de parceiros dos Estados Unidos, com impactos em aeroportos e infraestruturas.
  • negociações recentes sobre o programa nuclear envolviam o Irão a indicar que não armazenaria urânio enriquecido, enquanto o conflito já afeta mercados e envolve ações da NATO e ataques a várias frentes.

Aiatolas e xiitas: entenda o que se fala na nova guerra no Médio Oriente. O ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão ocorreu a 28 de fevereiro, em Teerão. O ataque resultou na morte de Ali Khamenei, líder supremo, e intensificou a crise regional. O Irão, que lidera um regime aiatola, respondeu com retaliação.

Aiatolas

Aiatolas são clérigos muçulmanos com peso na hierarquia política e religiosa. Em 1979, o Irão tornou-se governado por um regime centrado nesses líderes. Ali Khamenei foi líder supremo desde 1989 e faleceu em Teerão no dia do ataque.

Xiitas

O Islão tem dois maiores ramos: sunitas e xiitas. Os xiitas constituem a maioria no Irão (cerca de 93,6%). O regime xiita iraniano enfrenta críticas pela repressão de manifestações e por políticas de direitos humanos.

O inimigo Israel

Desde a Revolução de 1979, o Irão não reconhece Israel e apoia grupos anti-Israel na região. O Hezbollah no Líbano, o Hamas em Gaza e os Huthis no Iémen são exemplos de forças apoiadas pelo Irão.

Ataque a Teerão

Washington e Telavive justificaram o ataque pela alegação de armas nucleares em Teerão. Em junho do ano anterior, EUA e Israel bombardearam instalações nucleares iranianas, em mais de uma fase de ataques.

Programa nuclear

O Irão afirma que o programa nuclear visa uso civil, como geração de energia. A AIEA confirmou atividades nas instalações nucleares atacadas em 2025, segundo imagens de satélite.

Nova guerra

O Irão lançou mísseis e drones contra Israel e bases na região, incluindo países com presença militar norte-americana. No primeiro dia, houve ataque a uma escola primária iraniana, com 168 alunas mortas, ainda não explicado. Várias infraestruturas de transportes globais foram afetadas. A NATO neutralizou um míssil dirigido à Turquia. O Azerbaijão também sofreu ataques de drones iranianos. Israel responde ao Hezbollah no Líbano, num ciclo de retaliações.

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