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Sánchez afirma, com Montenegro, que a guerra é erro extraordinário

Guerra no Médio Oriente é "erro extraordinário" e ilegal, alerta Sánchez, com impacto no preço do petróleo e do gás e vítimas, enquanto Espanha defende a legalidade internacional

Cimeira ibérica decorre em Huelva
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  • O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, disse que a guerra no Médio Oriente é um “erro extraordinário” e ilegal, numa declaração ao lado do líder português, Luís Montenegro, em Huelva.
  • Sánchez afirmou que a guerra foi iniciada “claramente fora da legalidade internacional” e que já está a causar impactos, incluindo o aumento do preço do petróleo e do gás, bem como vítimas.
  • O responsável espanhol reiterou que Espanha tem mantido uma posição coerente com a defesa da legalidade internacional e direitos humanos, recusando o uso de bases espanholas por norte‑americanos para as operações.
  • Sánchez indicou ter apoio da grande maioria da população espanhola e defendeu o multilateralismo, citando o secretário-geral da ONU, António Guterres.
  • O discurso ocorreu numa conferência de imprensa da cimeira ibérica com Portugal, com referência a temas internacionais que vão desde a Ucrânia à Palestina e à possível participação militar na região.

O primeiro-ministro de Espanha, Pedro Sánchez, reiterou que a guerra no Médio Oriente é um erro extraordinário e ilegal. A declaração foi feita ao lado do homólogo português, Luís Montenegro, durante a cimeira ibérica em Huelva.

Sánchez afirmou que o conflito foi iniciado fora da legalidade internacional e apontou impactos já visíveis, como o aumento dos preços do petróleo e do gás, bem como vítimas e sofrimento na região. Reforçou o compromisso de Espanha com a defesa da legalidade e dos direitos humanos.

Durante a conferência, o chefe do Governo espanhol comentou a posição portuguesa, mencionando que a política externa de cada país fica a cargo dos seus governos. Também destacou o respeito pela presidência dos Estados Unidos e pela sociedade americana, mantendo uma mensagem de cooperação entre aliados.

Contexto internacional e colaboração ibérica

O líder espanhol defendeu o multilateralismo como caminho para a resolução de conflitos e fez referência ao papel da ONU, liderada pelo secretário-geral António Guterres. Sánchez também mencionou ações europeias recentes, como o envio de uma fragata da Espanha ao Chipre, em resposta a incidentes na região.

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