- Chefes de Estado de Cabo Verde, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste vão estar presentes na tomada de posse de António José Seguro como Presidente de Portugal.
- O Presidente de Angola, João Lourenço, também vai marcar presença na cerimónia em Lisboa.
- António José Seguro venceu o escrutínio na segunda volta com mais de 3,5 milhões de votos, número recorde.
- O presidente brasileiro, Inácio Lula da Silva, e o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, não estarão presentes, pois vão receber o chefe de Estado sul-africano, Cyril Ramaphosa, em Brasília.
- Diversos chefes de Estado lusófonos felicitaram Seguro pela vitória, destacando o reforço das relações entre os países.
Os chefes de Estado de Cabo Verde, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste vão assistir à tomada de posse de António José Seguro como Presidente da República Portuguesa, na próxima segunda-feira, em Lisboa. A participação foi confirmada a partir de fontes diplomáticas contactadas pela Lusa.
Além disso, o Presidente de Angola, João Lourenço, também estará presente na cerimónia. António José Seguro venceu a eleição para a Presidência de Portugal na segunda volta, com mais de 3,5 milhões de votos, num marco de recorde.
O presidente brasileiro, Inácio Lula da Silva, e o ministro dos Negócios Estrangeiros, Mauro Vieira, não poderão comparecer, pois estarão em Brasília para receber o chefe de Estado sul-africano, Cyril Ramaphosa. Lula havia já saudado a vitória de Seguro no dia da eleição, destacando a democracia e as relações bilaterais entre Brasil e Portugal.
Participação internacional
Os líderes lusófonos que confirmarão presença enviaram felicitações a Seguro. Cabo Verde destacou a confirmação de participação e elogiou o voto dos portugueses em prol da democracia. Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste manifestaram igualmente o desejo de trabalhar no reforço de relações históricas com Portugal.
Ramos-Horta, de Timor-Leste, felicitou o vencedor, sublinhando o compromisso de Portugal com valores de democracia, liberdade e Estado de Direito. A imprensa lusófona acompanha com expectativa a receção diplomática prevista para a cerimónia em Lisboa.
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