- O Kosovo convoca eleições parlamentares antecipadas pela terceira vez em menos de um ano, após o parlamento não indicar novo presidente até à meia-noite.
- A lei determina eleições legislativas automáticas quando não há eleição de presidente; a presidente Vjosa Osmani dissolveu o parlamento e convocou o ato eleitoral.
- Analistas dizem que as eleições beneficiam a maioria dos partidos, exceto o de Albin Kurti, e as tentativas dele de enfraquecer Osmani voltaram-se contra ele.
- O governo caiu devido ao fracasso em eleger um presidente dentro do prazo constitucional.
- Recorda-se que o partido de Kurti formou governo em dezembro passado, à segunda eleição legislativa, após impasse na primeira.
O Kosovo enfrenta eleições parlamentares antecipadas pela terceira vez em menos de um ano. O país entra neste novo ciclo após o governo cair devido à incapacidade de eleger um presidente dentro do prazo constitucional.
Segundo a lei kosovar, a falta de eleição de um novo presidente determina automaticamente a marcação de eleições legislativas antecipadas. O parlamento não indicou um nome até à meia-noite de sexta-feira, cumprindo o requisito legal.
A presidente Vjosa Osmani dissolveu o parlamento e convocou novas eleições. Analistas políticos apontam que as eleições servem a interesses de várias forças políticas, embora o partido de Albin Kurti tenha visto impactos na estratégia para afastar Osmani.
O partido de Kurti já tinha conquistado a governo após a segunda eleição legislativa, em dezembro do ano passado, num cenário de impasse entre os partidos para formar uma coligação.
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