- Cristiana e Mariana Carvalho são irmãs gémeas que estavam no Dubai quando começou o conflito no Médio Oriente.
- A viagem de regresso a Portugal, inicialmente prevista para 1 de março, ficou adiada devido à escalada geopolítica após os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão.
- As irmãs chegaram a Lisboa na sexta-feira, num voo de repatriamento que aterrou no aeródromo Figo Maduro por volta das 10h00, com 139 portugueses a bordo.
- Cristiana e Mariana elogiaram o processo, descrevendo-o como “muito bem” e de andamento “muito célere”.
- A jornada envolveu uma rota secreta com várias trocas de autocarro e uma escala técnica em Atenas, antes de queda embarque num avião fretado da TAP para Portugal.
Cristiana e Mariana Carvalho, gémeas, estavam no Dubai quando estalou o conflito no Médio Oriente. A viagem de regresso a Portugal estava inicialmente prevista para 1 de março, data em que os EUA e Israel lançaram o primeiro ataque ao Irão, atrasando o regresso.
As irmãs chegaram a Lisboa na sexta-feira, no voo de repatriamento que aterrou no aeródromo de Figo Maduro por volta das 10h00, transportando 139 portugueses. O grupo incluía apenas cidadãos nacionais.
Cristiana e Mariana destacaram que o processo decorreu de forma rápida e sem sobressaltos. Passaram vários dias nos Emirados Árabes antes de iniciar o regresso, descrevendo o dia a dia como facilitado, mesmo com alarmes a soar.
A partida teve início após o envio de um convite, com uma localização secreta que as levou a mostrar disponibilidade para embarcar. Seguiram vários transportes, cruzaram fronteiras e chegaram ao local de embarque, num avião fretado pela TAP para a Força Aérea.
O regresso incluíu uma escala técnica em Atenas, antes de o voo chegar a Lisboa na manhã de sexta-feira, marcando o regresso definitivo ao país após dias de incerteza.
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