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Indignação pela utilização de La Macarena em vídeo de bombardeamento dos EUA no Irão

Autor de La Macarena critica uso da canção em vídeo de bombardeamento da Casa Branca no Irão, dizendo que a música devia alegrar o mundo

Los del Río, autores da canção "Macarena".
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  • O vídeo da operação norte-americana no Irão, editado ao ritmo de La Macarena, tornou-se viral nas redes sociais e provocou reação negativa de Antonio Romero Monge, autor da canção.
  • Romero Monge disse, em declarações ao Canal Sur, que criou a música para alegrar o mundo e ficar triste por ver a canção associada a uma mensagem de guerra.
  • O artista questionou por que usar algo “tão bonito” para falar de bombardeamentos, aviões de combate e mísseis, e afirmou não conseguir controlar como a canção é utilizada.
  • O caso acontece num contexto de tensões entre os Estados Unidos e a Espanha, após controvérsia sobre a autorização para uso de bases militares espanholas.
  • O vídeo mostra ataques aéreos ao Irão sincronizados com o ritmo de La Macarena, gerando críticas à administração de Donald Trump pela utilização de canções de artistas em vídeos políticos.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra bombardeamentos, caças e mísseis no Irão ao ritmo da música La Macarena, associado à cultura espanhola. A produção usa a imagem de uma operação norte-americana, designada Fúria Épica, e tornou-se viral.

Antonio Romero Monge, um dos autores da canção, denunciou o uso sem consentimento. Em declarações ao Canal Sur, o sevilhano disse que criou a música para alegrar o mundo e afirmou o seu desconforto com a ligação à guerra.

O episódio surge num contexto de tensões entre os Estados Unidos e Espanha, após a decisão do governo espanhol de não autorizar a utilização das bases de Rota e Morón para ataques. A polémica envolvendo a canção intensifica o debate público.

O vídeo polémico mostra ataques aéreos editados ao som da melodia, gerando críticas à administração de Donald Trump pela escolha de uma canção tão associada à alegria para ilustrar destruição.

Romero Monge afirmou que não consegue controlar o uso da canção, pois pessoas a utilizam conforme o interesse. O compositor condicionou que a obra permanece popular, 33 anos depois, mas lamenta o desvirtuamento da sua finalidade original.

A reação à divulgação apontou para a dita instrumentalização de conteúdos culturais em mensagens políticas. A notícia realça que a canção continua a ter impacto cultural, independentemente do contexto de divulgação.

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