- O Governo está a ponderar um novo voo de repatriamento do Médio Oriente, com contactos em curso para saber quem pretende regressar.
- Os repatriados terão de pagar 600 euros pela viagem; o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas diz que o valor não é exagerado face ao custo total da operação.
- As operações foram preparadas ao longo da semana com sigilo, devido a razões de segurança críticas, e um segundo voo chegou a Figo Maduro.
- O Governo está a realizar uma nova ronda com cidadãos presentes no local para identificar quem pretende vir, distinguindo residentes daqueles que foram apanhados numa situação de transbordo.
- O custo real da viagem poderá ser parcialmente reembolsado pelo Mecanismo Europeu de Proteção Civil; a Holanda já cobra 650 euros aos cidadãos.
O Governo está a ponderar um novo voo de repatriação para o Médio Oriente, com contactos em curso para identificar quem pretende regressar. Os cidadãos repatriados deverão pagar 600 euros pela viagem, valor que o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas considera compatível com o custo da operação.
Emídio Sousa explicou que as operações foram planeadas ao longo da semana com o máximo sigilo por razões de segurança. Um voo da Air France foi instruído a recuar durante a madrugada, e a chegada do segundo avião foi comunicada apenas no momento em que os passageiros já se encontravam a bordo.
O Governo está a realizar uma nova ronda de contactos para confirmar o interesse de mais portugueses em regressar, distinguindo residentes que permanecem no estrangeiro de viajantes que foram apanhados em escalas. A prioridade é organizar contratos e dar resposta aos pedidos recebidos.
Custos e financiamento
Durante a madrugada, a chegada de uma aeronave da Força Aérea com 39 passageiros confirmou que os custos do repatriamento serão reembolsados pelo Estado através de uma taxa de 600 euros. O Governo aponta ainda para possível comparticipação do Mecanismo Europeu de Proteção Civil.
O secretário mencionou que o custo real da operação é superior e que espera receber apoio europeu para a comparticipação. Além disso, mencionou que os Países Baixos cobram 650 euros por passagem, o que reforça que as viagens implicam encargos para os cidadãos.
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