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Enfermeira detida Indonésia condenada por matar e esquartejar amigo no Algarve

Enfermeira detida em Jacarta, condenada a 23 anos de prisão por homicídio e esquartejamento no Algarve, aguarda extradição para cumprir a pena

Foto: Direitos reservados
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  • Mariana Fonseca foi detida em Jacarta, Indonésia, depois de estar em fuga desde o ano passado, segundo a Polícia Judiciária.
  • A enfermeira foi condenada a 23 anos de prisão pelos crimes de assassinato e esquartejamento do amigo Diogo Gonçalves, ocorrido em março de 2020, no Algarve.
  • A PJ informou que já iniciou os trâmites para extradição de Mariana para cumprir a pena em Portugal.
  • Diogo Gonçalves, informático de 21 anos, foi morto na residência em Tavira; a cabeça foi encontrada no Pego do Inferno e partes do corpo apareceram em Sagres, com outras áreas não localizadas.
  • O crime terá visado ficar com uma indemnização de 75 mil euros recebida pela vítima pela morte da mãe, ocorrida em 2016; a namorada de Mariana, Maria Malveiro, suicidou-se na prisão em 2021.

A enfermeira Mariana Fonseca foi detida em Jacarta, Indonésia, após fuga desde o ano passado. Ela era condenada a 23 anos de prisão por ter assassinato e esquartejado o amigo Diogo Gonçalves no Algarve, em março de 2020. A confirmação foi feita pela Polícia Judiciária (PJ).

A PJ informou que, após emitir mandado para cumprimento de pena, não foi possível localizá-la em Portugal. Em coordenação com o Gabinete Nacional da Interpol, foi possível localizar e deter a cidadã em Jacarta.

Os procedimentos legais para extradição estão a decorrer, com o objetivo de cumprir a pena decretada pelos tribunais portugueses. Mariana Fonseca era acompanhada pela namorada Maria Malveiro, que depois se suicidou na prisão em 2021.

O crime ocorreu na residência de Diogo Gonçalves, então com 21 anos. O corpo foi esquartejado, com a cabeça encontrada no Pego do Inferno, em Tavira, a 150 quilómetros de distância. Partes do corpo foram encontradas em Sagres; outras nunca foram localizadas.

Diogo Gonçalves era informático e trabalhava no mesmo hotel que Maria Malveiro. A motivação foi, segundo a PJ, o objetivo de roubar uma indemnização de 75 mil euros recebida pela vítima em 2016 após um atropelamento em fuga.

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