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Enfermeira condenada por homicídio detida pela PJ na Indonésia

Enfermeira portuguesa condenada a 23 anos por homicídio detida pela PJ em Jacarta, onde trabalhava, após fugir do país

Mulher foi localizada esta quinta-feira pela Polícia Judiciária na Indonésia
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  • Enfermeira Mariana Fonseca, de 29 anos, foi condenada a 23 anos de prisão pela morte de um homem no Algarve em março de 2020 e fugiu à justiça.
  • Foi detida pela Polícia Judiciária na quinta-feira, dia 5 de março, na cidade de Jacarta, Indonésia, onde trabalhava num café.
  • A condenação ocorreu no Supremo Tribunal de Justiça, após a decisão de primeira instância ter sido revertida; o crime incluía asfixiar e esquartejar o homem para roubar 70 mil euros.
  • Desde a fuga, tinham sido emitidos mandados de detenção; a cúmplice do crime chegou a ser detida, mas cometeu suicídio na cadeia.
  • A PJ deverá tratar do processo de extraditar Mariana Fonseca; em junho de 2025, a enfermeira foi expulsa da Ordem dos Enfermeiros.

Enfermeira de 29 anos foi detida pela Polícia Judiciária (PJ) na Indonésia, na cidade de Jacarta, onde trabalhava num café. A detenção ocorreu a 5 de março, após investigação que durava desde a fuga da condenada no ano passado. A notícia chegou ao público esta sexta-feira, confirmada pela PJ.

Mariana Fonseca tinha sido condenada a 23 anos de prisão pela morte de um homem no Algarve, em março de 2020, para roubar 70 mil euros herdados pelo homem. A sentença foi proferida pelo Supremo Tribunal de Justiça, depois de uma abstenção inicial. Fugiu do país quando a decisão transitou em julgado.

A cúmplice do crime já tinha sido detida, mas cometeu suicídio na cadeia. A enfermeira foi condenada por homicídio qualificado, em parceria com a namorada, que já não se encontra em liberdade.

Logo após a fuga, emitiram-se mandados de detenção internacionais contra Mariana Fonseca. A PJ procede aos trâmites legais para extradição, com vista à execução da pena em território nacional.

A detida foi expulsa da Ordem dos Enfermeiros em junho de 2025, após a condenação. As autoridades portuguesas aguardam o retorno da enfermeira para cumprir a pena estabelecida.

A polymerção de procedimentos legais para extradição continua a cargo das autoridades portuguesas, que devem negociar com as autoridades da Indonésia para a entrega do arguido.

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