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Emirados e Qatar recebem mais portugueses; maioria não pretende regressar

Emirados Árabes Unidos e Qatar concentram mais portugueses no Médio Oriente; a maioria não quer regressar, diz segurança e defesa aérea funcionarem bem

Emídio Sousa, Secretário de Estado
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  • Os Emirados Árabes Unidos e o Qatar são os países no Médio Oriente com mais portugueses, segundo Emídio Sousa.
  • A maioria dos que vivem na região afetada pela guerra não quer sair, enquanto os viajantes pretendem regressar.
  • Um avião da TAP fretado pelo Estado chegou ao Aeródromo Militar de Lisboa às 10h16 com 147 repatriados, dos quais 139 eram portugueses.
  • Antes chegou um avião militar com 39 passageiros, no âmbito da mesma operação de repatriamento.
  • O Governo português está a ponderar dois cenários para mais regresso: um voo direto português ou a integração de portugueses em outros voos europeus, mantendo o sigilo operacional até ao último momento.
  • O dispositivo incluía adesão ao mecanismo europeu de repatriamento; já foram repatriadas oito pessoas de outras nacionalidades, com novas hipóteses a considerar.
  • Em contexto mais amplo, o Irão lançou ataques de retaliação na região, com impactos em vários países, incluindo Irão, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Qatar.

Emídio Sousa afirmou que os Emirados Árabes Unidos e o Qatar concentram o maior número de portugueses no Médio Oriente, e que a maioria prefere permanecer na região. A declaração teve lugar no Aeródromo Militar de Lisboa.

Às 10h16 desta sexta-feira chegou ao mesmo aeroporto um avião da TAP fretado pelo Estado com 147 repatriados da região, dos quais 139 portugueses. Anteriormente, por volta das 05h00, chegou um avião militar com 39 passageiros.

Segundo o Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, existem duas situações distintas envolvendo portugueses na região: residentes que pretendem ficar, sentindo-se seguros, e viajantes que foram apanhados numa escala e desejam regressar.

A operação, organizada há cerca de uma semana, manteve-se em sigilo por motivos de segurança, explicou o responsável. Disse ainda que houve decisão de comunicar apenas quando as pessoas já estavam no ar e no momento de chegada.

Possível novo voo e próximos passos

O governante revelou a possibilidade de um novo voo para outra zona com expressivo interesse de portugueses em regressar. O Estado já aderiu ao mecanismo europeu de repatriamento, tendo transportado oito cidadãos de nacionalidades não portuguesas.

A administração pública pondera duas hipóteses para trazer mais portugueses: um voo direto de Portugal ou a integração de passageiros portugueses em voos europeus já disponíveis. A operação continua em avaliação conforme o interesse dos cidadãos.

O Irão lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e infraestruturas de vários países da região, incluindo Emirados, Qatar e outros. Entre os impactos, registaram-se também projéteis em Chipre e na Turquia.

Desde o início do conflito, o balanço mostra mais de mil mortos, em grande parte iranianos, com diversas consequências regionais e humanitárias ainda por detalhar.

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