- Emídio Sousa disse que a logística para retirar portugueses da zona de conflito no Médio Oriente correu bem, à chegada ao aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa.
- A operação de evacuação envolveu transporte aéreo e terrestre, com apoio de várias entidades governamentais e internacionais.
- Participaram na operação as forças de segurança, incluindo a PSP e o Exército, bem como equipas de saúde e assistência social.
- O Governo português vai manter-se atento à situação na região e disponível para apoiar quem possa vir a ser afetado, destacando a cooperação internacional.
- A evacuação é uma das maiores já realizadas pelo Governo nos últimos anos, evidenciando organização e prontidão para proteger cidadãos no estrangeiro.
Ao chegar ao aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, afirmou que a logística envolvida na retirada de portugueses da zona de conflito no Médio Oriente correu bem. A operação foi desencadeada devido à escalada de violência na região.
Sousa destacou que a organização do dispositivo permitiu assegurar a segurança e o bem-estar dos portugueses afetados, envolvendo transporte aéreo e terrestre. Foram mencionadas várias entidades governamentais e internacionais como colaboradoras.
A operação contou com o apoio das forças de segurança, incluindo a PSP, o Exército, equipes de saúde e assistência social, bem como autoridades locais. A cooperação entre serviços nacionais e parceiros estrangeiros foi apontada como determinante para o êxito.
O Governo português revelou que continuará atento à evolução da situação na região e está disponível para apoiar cidadãos que possam ser impactados por desenvolvimentos futuros. A evacuação foi descrita como uma das maiores do país nos últimos anos.
Emídio Sousa ressaltou a importância da cooperação internacional e da solidariedade entre países na gestão de crises que exigem respostas rápidas e coordenadas. A operação recebeu agradecimentos aos envolvidos.
O Governo frisou o compromisso de manter a vigilância permanente visando a segurança dos portugueses no estrangeiro e a prontidão para atuar em novas eventualidades, se necessário. O balanço inicial é de sucesso institucional.
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