- A declaração final da 36.ª Cimeira Luso-espanhola condena os ataques do Irão contra países do Conselho de Cooperação do Golfo e outros da região.
- Não há referência ao ataque inicial por parte dos Estados Unidos.
- O texto foi divulgado no final da reunião entre o primeiro-ministro Luís Montenegro e o chefe de governo Pedro Sánchez, após a conferência de imprensa.
- Reafirma o compromisso com a paz e a estabilidade na região e o respeito pelo Direito Internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas e o Direito Internacional Humanitário.
- O documento destaca a necessidade de pleno respeito pelo direito internacional por todas as partes.
A declaração final da 36.ª Cimeira Luso-espanhola condena os ataques indiscriminados e injustificados do Irão contra os países do Conselho de Cooperação do Golfo e outros países da região. A nota é apresentada no final da reunião, após a conferência de imprensa dos primeiros-ministros Luís Montenegro e Pedro Sánchez.
Segundo o texto divulgado, ambos os governos reiteram o compromisso com a paz e a estabilidade na região. A declaração insiste no pleno respeito pelo Direito Internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas e o Direito Internacional Humanitário.
A referência aos ataques do Irão é destacada sem mencionar qualquer responsabilização aos Estados Unidos. A nota afirma ainda a importância de manter canais de diálogo e de cooperação regional para enfrentar desafios de segurança na região.
Os documentos da cimeira sublinham o objetivo comum de evitar escaladas e de apoiar soluções diplomáticas. Não há menção a outras declarações públicas feitas pelos líderes durante a reunião.
A posição surge num contexto de tensão regional, com os dois países a enfatizar a necessidade de observância de normas internacionais. O comunicado reforça também a disponibilidade para tratar de questões bilaterais de interesse estratégico.
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