- A cimeira luso-espanhola arrancou em Huelva, no sul de Espanha, com homenagens às vítimas de temporais e do acidente ferroviário de Adamuz, em Córdoba.
- O encontro teve início com um minuto de silêncio em memória das pessoas recentemente falecidas em Portugal e Espanha.
- O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, recebeu o homólogo português, Luís Montenegro, por volta das 11:45 locais (10:45 em Lisboa).
- Em Portugal, morreram 18 pessoas devido às tempestades que atingiram a Península Ibérica; em Espanha, registaram-se pelo menos dois mortos.
A 36.ª cimeira luso-espanhola arrancou esta sexta-feira em Huelva, no sul de Espanha, com homenagens às vítimas do acidente ferroviário de janeiro em Adamuz, Córdoba, e aos danos causados pelo mau tempo que afetou a Península Ibérica. A sessão de abertura procurou marcar a união entre os dois países diante das tragédias recentes.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, recebeu o homólogo português, Luís Montenegro, por volta das 11:45 locais (10:45 em Lisboa) na esplanada do IV Centenário, junto ao Mosteiro de Santa Maria de La Rábida e à Universidade Internacional da Andaluzia. Seguiu-se um minuto de silêncio em sinal de respeito, memória e solidariedade com as vítimas e famílias das pessoas recentemente falecidas em Portugal e Espanha.
Contexto e números
Em Portugal, as sucessivas tempestades que atingiram a Península desde o início do ano causaram 18 mortes. Em Espanha, o balanço inicial aponta pelo menos duas vítimas. O encontro pretende avaliar a cooperação entre os dois países em áreas como segurança, energia e transitabilidade diante de eventos climáticos extremos.
Continua o encontro
A cimeira continua com a revisão de acordos existentes e a definição de estratégias conjuntas para os próximos meses, mantendo o foco na resposta a situações de crise e na melhoria de infraestruturas comuns. As lideranças portuguesas e espanholas devem ainda realizar reuniões de trabalho com equipas técnicas de ambas políticas.
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