- Pedro Machado, 29 anos, vive em Salmiya (Kuwait) com a mulher e o filho de três anos desde o verão passado.
- A última semana tem sido marcada por sirenes, explosões e grande apreensão na casa do atleta.
- O atleta diz que gostaria de regressar a Portugal com a família assim que houver uma solução segura.
- Não existe ainda uma garantia de saída segura do Kuwait; ele apenas pode regressar mediante autorização do clube.
- A embaixada portuguesa tem dado respostas genéricas; o grupo de WhatsApp tem sido utilizado para pedir repatriação.
Pedro Machado, 29 anos, vive em Salmiya, no Kuwait, com a mulher e o filho de três anos. A última semana tem sido marcada por sirenes, explosões e tensão constante na região.
Ele afirma ponderar trazer a família de regresso a Portugal assim que exista uma forma segura de sair, mantendo a promessa de regressar ao Kuwait assim que o clube autorizar. Ainda não há solução segura anunciada.
A embaixada portuguesa tem dado respostas genéricas, segundo o atleta. Relata terem sido pedidas fichas para registar a situação, mas sem indicação clara de procedimentos.
O apoio logístico surge através de um grupo de WhatsApp, que faz o acompanhamento de eventuais operações de repatriação conforme disponibilidade de meios.
Até ao momento, não existem detalhes sobre datas, rotas ou garantias de saída. A situação continua instável e o regresso ao Portugal depende de autorização do clube.
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