- A conselheira política Jiang Shengnan alertou para casamentos forçados de mulheres com deficiência mental em zonas rurais da China.
- Pediu a criação de um mecanismo de prevenção e a abertura de uma investigação sobre estes casos.
- Afirma que há falta de apoio às mulheres na tomada de decisões relacionadas com o casamento.
- Diz que alguns pais forçam as filhas a casar por motivos financeiros, em contexto de sanções legais por violações de direitos consideradas insuficientes.
- Observa que mulheres sem-abrigo com deficiência mental são especialmente vulneráveis e que muitos casos não chegam às autoridades.
Uma conselheira política chinesa alertou para casamentos forçados de mulheres com deficiência mental em zonas rurais da China e pediu a criação de um mecanismo de prevenção, bem como uma investigação sobre os casos. Jiang Shengnan é membro da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês.
A representante aponta que há falhas no apoio às decisões de casamento de mulheres com deficiência mental. Ela afirma que alguns pais forçam as filhas a casar por motivos financeiros, numa observação sobre a perceção de sanções legais inadequadas.
Segundo Jiang, a situação é mais grave entre mulheres sem-abrigo com deficiência mental, que muitas vezes não recebem assistência nem têm os casos reportados às autoridades. A conselheira solicita medidas de proteção e monitorização mais eficazes.
Contexto e pedidos
Jiang Shengnan pediu a criação de um mecanismo de prevenção e uma investigação aprofundada para apurar estes casos. O objetivo é reforçar o apoio às mulheres afetadas e melhorar o encaminhamento de denúncias às autoridades competentes.
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