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Republicanos bloqueiam lei para limitar o poder de Trump na guerra com Irão

Senadores Republicanos bloqueiam resolução de poderes de guerra, mantendo Trump com menos travões ao uso militar num contexto de escalada no Médio Oriente

Um homem carrega uma bandeira iraniana para a colocar sobre os escombros de uma instalação policial atingida durante a campanha militar israelo-americana em Teerão, Irão, quarta-feira, 4 de março de 2026.
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  • Republicanos do Senado dos EUA rejeitaram a resolução de poderes de guerra que visava limitar o presidente Donald Trump a realizar novos ataques sem aprovação do Congresso, com 47 votos a favor e 53 contra.
  • A decisão ocorre numa escalada do conflito no Médio Oriente, após explosões em Israel e o afundamento de um navio iraniano por um submarino norte‑americano, com Teerão a ameaçar destruir infraestruturas militares e económicas na região.
  • O secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou no Pentágono que os Estados Unidos reforçaram a defesa aérea para proteger forças e aliados, e que o conflito pode prolongar‑se por até oito semanas.
  • Os ataques aéreos continuam; o Irão disparou mísseis contra Israel durante a madrugada, e Israel respondeu com ataques contra o Hezbollah nos subúrbios de Beirute, numa escalada conjunta.
  • Grupos dissidentes curdos em exílio no Iraque dizem que podem juntar‑se à luta, com o Irão alegadamente a mirar o quartel‑general curdo no Curdistão iraquiano; alguns opositores teriam contactado os EUA sobre uma operação transfronteiriça.

Na primeira votação sobre o conflito no Médio Oriente, o Senado dos EUA, dominado pelos republicanos, rejeitou a resolução de poderes de guerra. A medida visava limitar a capacidade do Presidente Donald Trump de realizar novos ataques sem autorização do Congresso. Resultado final: 47 a favor, 53 contra.

A decisão surge numa altura em que o secretário da Defesa, Pete Hegseth, indicou no Pentágono que a guerra poderia prolongar-se por mais oito semanas. Garantiu que foram investidos recursos para reforçar a defesa aérea e proteger forças e aliados na região, reconhecendo, no entanto, que alguns ataques iranianos podem atingir alvos ocidentais.

Explosões foram registadas em Israel após um submarino americano alegadamente afundar um navio de guerra iraniano, em águas internacionais perto do Sri Lanka. Teerão respondeu com ameaças de destruição de infraestruturas militares e económicas na região. Paralelamente, Israel afirmou ter iniciado novos ataques contra o Hezbollah, nos subúrbios de Beirute.

No terreno, os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irão na sequência de ataques aéreos que se mantêm há vários dias. O Irão também efetua ataques a alvos no Kuwait e no Barém, aumentando a tensão regional. Autoridades indicam que já morreram mais de 1 000 pessoas no Irão e dezenas no Líbano, com várias vítimas em Israel.

A operação afetou ainda o abastecimento global de petróleo e gás, provocando o encerramento de espaços aéreos, cancelamento de voos e perturbações na navegação na região do Golfo. Como resposta, países vizinhos preparam-se para uma possível nova escalada.

Grupos dissidentes curdos, segundo a imprensa iraniana, declararam alvo o quartel-general das forças curdas no Curdistão iraquiano. Comunicações oficiais citam potenciais operações militares transfronteiriças. Grupos curdos exilados no Iraque já tinham anunciado, no mês anterior, uma coligação política com o objetivo de derrubar a República Islâmica.

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