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Itália pondera enviar baterias anti-aéreas a países do Golfo

Itália pondera enviar baterias de defesa aérea a países do Golfo para proteger aliados, cidadãos italianos na região e forças militares, em contexto de retaliação iraniana

Giorgia Meloni
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  • A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, disse estar a ponderar enviar baterias anti-aéreas para países do golfo Pérsico, como defesa aérea.
  • A medida visa apoiar países amigos e proteger dezenas de milhares de italianos na região, bem como cerca de dois mil militares.
  • Meloni afirmou que aquela região do Médio Oriente é economicamente vital para a Itália.
  • O anúncio ocorre numa fase de retaliações iranianas aos ataques conjuntos israelo-americanos, no sexto dia do conflito.
  • A HRANA relata pelo menos 1.114 civis mortos no Irão, incluindo 181 crianças, com quase 900 mortes adicionais sob análise; há vítimas também no Kuwait, Bahrein e Israel.

A primeira-ministra italiana Giorgia Meloni revelou estar a ponderar o envio de baterias anti-aéreas para países do Golfo, no quadro de retaliações iranianas apontadas aos ataques israelo-americanos. A declaração foi feita numa entrevista à rádio RTL 102.5.

Meloni sublinhou que a decisão envolve defesa aérea e que não é apenas por relação com os países amigos, mas também pela presença de dezenas de milhares de italianos na região e por proteger cerca de dois mil militares. A região é descrita como economicamente vital.

A energia estratégica do Golfo é destacada pela chefe de governo, que vinca a necessidade de proteção devido à importância económica e aos interesses italianos na zona. O tom da posição acompanha outras potências europeias.

Ponderação de envio de defesa aérea

Estamos a acompanhar o contexto de escalada regional, com foco na possível oferta de baterias de defesa aérea a Estados do Golfo, para reforçar a proteção de infraestruturas e de pessoal italiano na área.

Segundo a agência HRANA, já no sexto dia de uma nova fase de confronto, mais de 1.114 civis morreram no Irão, incluindo pelo menos 181 crianças. A HRANA indica ainda estar a analisar quase 900 mortes adicionais relatadas.

Os contra-ataques do Irão provocaram a morte de seis militares norte-americanos no Kuwait, bem como a morte de dois outros militares e uma criança naquele país. Registaram-se ainda vítimas israelitas em várias vagas de ataque e uma morte adicional no Bahrein.

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