- A Direção-Geral da Saúde estima que a depressão pós-parto afete entre 10% e 15% das mães em Portugal, sobretudo no primeiro ano após o nascimento.
- A manequim Helena Coelho, mãe de Gaspar, revelou nas redes sociais estar a enfrentar a depressão pós-parto e descreveu sintomas como alterações de vida, medo, cansaço e ataques de pânico.
- Ela afirmou estar a ser bem acompanhada e sublinhou a dificuldade de reconhecer o momento certo para pedir ajuda, destacando a importância de não subestimar a saúde mental.
- Helena deixou pistas sobre caminhos de apoio, incluindo Terapia Online e Aconselhamento Psicológico.
- O tratamento da depressão pós-parto pode envolver medicação, psicoterapia cognitivo-comportamental e intervenções psicossociais, com o objetivo de melhorar o controlo sobre o ambiente e a relação com o bebé.
Helena Coelho revelou, nas redes sociais, que enfrenta depressão pós-parto desde o segundo semestre do ano passado, depois de dar à luz Gaspar em setembro. A manequim explicou mudanças emocionais e comportamentais que a levaram a procurar ajuda médica e apoio terapêutico.
A Direção-Geral da Saúde estima que 10 a 15% das mães em Portugal sejam afetadas por depressão pós-parto, com maior incidência no primeiro ano após o nascimento. A entidade salienta que a condição pode iniciar antes do parto em alguns casos e prejudica mãe, bebé e o desenvolvimento da criança.
Entre os sintomas referidos pela artista estão tristeza prolongada, perda de interesse, ansiedade, irritabilidade e cansaço extremo. A paciente também relatou dificuldade em sentir prazer e hiperfoco no bebé, apontando para a necessidade de tratamento e apoio contínuo.
Contexto e tratamento
O diagnóstico e o acompanhamento médico envolvem uma combinação de terapias e apoio social. A DGS indica que o tratamento pode incluir medicação, psicoterapia cognitivo-comportamental e intervenções psicossociais, complementares de um apoio familiar próximo.
A autoridade de saúde reforça a importância de iniciar o tratamento o quanto antes para reduzir riscos à saúde da mãe e às relações familiares. O acompanhamento pode envolver terapeutas online e aconselhamento psicológico, conforme indicado pela situação de cada pessoa.
Profissionais explicam que o acompanhamento adequado facilita o regresso a atividades diárias e o restabelecimento do equilíbrio emocional. A mensagem é clara: não se brinca com a saúde mental durante o pós-parto.
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