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EUA e América Latina acordam combater narcoterrorismo em Miami

EUA e quase vinte países assinam acordo para combater narcoterrorismo na América; conferência inaugural em Miami registra ausência de México, Colômbia e Brasil

Narcotráfico
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  • EUA e quase 20 países da América Latina e Caraíbas assinaram um acordo para combater grupos narcoterroristas no continente.
  • A assinatura ocorreu durante a conferência inaugural das “Américas Contra os Cartéis”, em Miami.
  • Não estiveram presentes representantes do México, da Colômbia e do Brasil na conferência.
  • O secretário da Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, leu a declaração conjunta.
  • O documento aponta para o fortalecimento de relações, respeito pela soberania e a promoção de paz no hemisfério, por meio da força.

Os Estados Unidos assinaram, na quinta-feira, um acordo para combater grupos narcoterroristas na América. O pacto foi fechado durante a conferência inaugural das Américas Contra os Cartéis, realizada em Miami. O objetivo é intensificar a cooperação entre os países da região para enfrentar a ameaça narcoterrorista.

Ao todo, quase 20 nações da América Latina e das Caraíbas participaram da assinatura. O documento foi lido pelo secretário da Defesa dos EUA e reforça as relações entre Washington e os países vizinhos, com foco na soberania de cada estado e na importância estratégica do hemisfério.

Entre os signatários, também participaram várias autoridades militares e governamentais dos países presentes. A iniciativa aponta para uma coordenação maior de ações, incluindo partilha de informação e operações conjuntas.

A conferência ocorreu sem a participação de representantes do México, da Colômbia e do Brasil, um dado apontado pela organização como relevante para o acompanhamento da implementação do acordo. A ausência dos três países gerou atenção entre analistas sobre a abrangência real das medidas acordadas.

O texto assinado descreve a cooperação como um passo para promover a paz na região por meio de ações coordenadas. O acordo ressalta ainda o respeito pela soberania nacional e a necessidade de enfrentar, de forma conjunta, as redes narcoterroristas que operam no continente.

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