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Ministro israelita acusa Espanha de estar ao lado do Irão

Acusação de ministro israelita confronta a Espanha, que reafirma coerência na política externa e rejeita ter apoiado o Irão

Gideon Sa'ar é Ministro dos Negócios Estrangeiros desde 2024
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  • O ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, Gideon Sa’ar, acusou a Espanha de estar “ao lado do Irão” numa entrevista à Euronews.
  • Espanha rejeitou as críticas, com o ministro espanhol Manuel Albares a descrever as acusações como absurdas e ridículas, assegurando que a política externa do país é coerente.
  • O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, criticou a ação militar unilateral dos EUA e de Israel contra o Irão, afirmando que representa uma escalada e uma ordem internacional mais incerta.
  • Sánchez destacou que é possível opor-se a um regime odioso sem recorrer a intervenções militares, mantendo críticas também ao Irão e à Guarda Revolucionária, e reiterou que a violência gera mais violência.
  • A embaixada iraniana em Espanha manifestou respeito pela posição espanhola, que diz estar em conformidade com o direito internacional.

Gideon Sa’ar, ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, afirmou que Espanha está ao lado do Irão. A declaração ocorreu após o primeiro-ministro espanhol condenar os ataques dos EUA e de Israel contra o Irão, que provocaram uma escalada no Médio Oriente.

O ministro espanhol Manuel Albares respondeu de forma veemente, dizendo que as acusações são absurdas e ridículas. Reiterou que a política externa de Espanha é coerente e que o país tem agido de forma consistente em conflitos globais.

Reação da Espanha

Sánchez criticou, no fim de semana, a intervenção militar unilateral dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, sustentando que tal ação aumenta a instabilidade internacional. Em comunicado, afirmou ser possível opor-se a um regime odioso sem recorrer a intervenções militares.

Albares enfatizou que Espanha não participará em ações que violem acordos internacionais. Garantiu que as bases militares americanas em território espanhol não serão usadas para lançar ataques contra o Irão, alinhando-se com o direito internacional.

Contexto e perspetivas

A UE mantém uma posição de proteção de civis e respeito pelo direito internacional, embora a declaração conjunta não tenha abordado diretamente os ataques ao Irão. Espanha tem sido uma voz crítica da intervenção militar na região, em contraste com outros países da UE.

A embaixada do Irão em Madrid manifestou respeito pela posição espanhola, que, segundo a chanceleria iraniana, está alinhada com o direito internacional. O tema continua a suscitar divergências entre os países da região e aliados ocidentais.

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