- Iranianos foram às ruas para celebrar a morte de Ali Khamenei, segundo reportagens internacionais.
- O Irão divulgou o primeiro balanço oficial de mortos nas manifestações; ativistas dizem que o número já supera quatro mil.
- O sobrinho do líder afirmou que Khamenei resistirá “até à última gota de sangue”.
- O espaço aéreo foi fechado temporariamente a voos comerciais durante horas, durante a crise.
- O regime voltou a acusar manifestantes de quererem agradar a Trump e deixou clara a determinação de enquadrar os distúrbios.
Irão vive uma onda de manifestações desde o início de 2026, com milhares de cidadãos na rua a exigir mudanças políticas e sociais. As reuniões com autoridades e a repressão têm marcado os dias no país, particularmente em Teerão e outras cidades.
Organizações de defesa dos direitos humanos apontam para um elevado número de mortes e prisões. Ativistas dizem que as mortes na repressão já ultrapassam as quatro mil, numa contabilidade não confirmada por fontes oficiais até ao momento.
O balanço oficial foi divulgado pelo Irão, em contexto de ocupação de espaço aéreo e interrupções de voos para várias regiões. O governo afirma ter agido para manter a ordem e proteger infraestruturas, enquanto opositores denunciam violência desproporcional.
Contexto recente
Manifestantes tentam manter o impulso apesar do endurecimento das medidas de segurança. A repressão gerou cenários de tensão em várias cidades, com confrontos entre forças de segurança e civis. A situação tem merecido cobertura contínua internacional e análises sobre o futuro político do país.
A narrativa pública no Irão envolve ainda declarações do líder supremo sobre a necessidade de manter a ordem. Comentários oficiais sugerem que o regime está a responder a protestos com medidas de contenção e legislação roupada a necessidades de segurança interna.
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