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Trump completa um ano de guerra e ameaças a aliados e adversários

Venezuela: operação militar detém Nicolás Maduro e Cília Flores; os EUA passam a controlar o petróleo venezuelano

Nicolás Maduro foi detido numa operação militar em Caracas
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  • Nos primeiros anos de mandato de Trump, a tensão com a Venezuela escalou, com a Operação Resolução Absoluta a 3 de janeiro, que levou à detenção de Nicolás Maduro e de Cília Flores, e os EUA passaram a controlar parte do petróleo venezuelano, com Delcy Rodríguez na chefia interina.
  • Na Ucrânia, Trump procura uma paz rápida predominantemente por questões comerciais, com anúncios de progressos e prazos para cessar o conflito, condicionando avanços à cedência territorial pelas (a Ucrânia).
  • Gronelândia e o Ártico tornam-se foco de interesses dos EUA, numa competição com a China e a Rússia, em busca de recursos como gás, petróleo e metais raros, para reforçar influência na região.
  • O debate sobre a Cuba envolve a possibilidade de um controlo amigável do regime cubano, citando dificuldades financeiras em Cuba e impactos da crise energética venezuelana.
  • Em resumo, o ano tem sido marcado por ações dos EUA para afirmar influência regional, com foco no hemisfério, no Ártico e em mudanças políticas nos países vizinhos.

O primeiro ano do mandato de Donald Trump ficou marcado por tensões com vários países da região. Entre as ações mais mediáticas, destacam-se operações na Venezuela, negociações na Ucrânia, interesses no Ártico e declarações sobre Cuba. O objetivo indicado é restabelecer a preemência dos EUA no hemisfério.

Em Caracas, forças especiais teriam entrado num complexo militar e detido Nicolás Maduro e a mulher, Cilia Flores, na chamada Operação Resolução Absoluta. A operação, segundo a narrativa apresentada, visou instalar uma liderança interina com maior alinhamento aos EUA.

A 3 de janeiro, o episódio abriu a chamada Doutrina Donroe, prevista na Estratégia de Segurança Nacional, para assegurar controlo de recursos estratégicos e conter potências externas. O petróleo venezuelano passou a estar sob controlo provisório norte-americano.

Venezuela

A tensão com a Venezuela continuou a moldar a política externa de Washington. O texto oficial descreve o objetivo de manter países viáveis perto dos EUA, com condições favoráveis para o acesso às reservas de petróleo. Delcy Rodríguez assumiu a chefia interina do país.

Ucrânia

A intervenção na Ucrânia foi apresentada como prioridade para encerrar o conflito rapidamente. O foco tem sido a conclusão de negociações com prazos sucessivos, com a expectativa de atrair investimento norte-americano na reconstrução e na exploração de minerais críticos.

Gronelândia

O interesse no Ártico ganhou ênfase com a hipótese de controle da Gronelândia, território sob jurisdição dinamarquesa. Aanja de recursos energéticos e minerais raros no región, aliado ao envolvimento de China e Rússia, tornou a área estratégica para Washington.

Cuba

Relatos indicam que Washington avaliou possibilidades sobre Cuba, diante da crise energética no país após a queda de Maduro. O objetivo descrito inclui potenciar uma tomada de controlo amigável do regime cubano, explorando o momento de fraqueza económica.

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