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Sánchez critica ataques dos EUA e de Israel contra o Irão

Sánchez condena ataques dos Estados Unidos e de Israel no Irão, alertando para escalada regional e para uma ordem internacional mais incerta

O primeiro-ministro espanhol Pedro Sanchez fala durante uma conferência de imprensa no final da cimeira da UE em Bruxelas,
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  • O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, condenou abertamente os ataques dos Estados Unidos e de Israel no Irão, dizendo que podem aumentar as tensões regionais.
  • Sánchez rejeita a ação militar unilateral e afirma que representa uma escalada que dificulta a ordem internacional.
  • A posição de Madrid é mais aberta do que a de muitos líderes mundiais, com pedidos de contenção e respeito pelo direito internacional.
  • A União Europeia, por meio da presidente Ursula von der Leyen e do presidente do Conselho Europeu, António Costa, descreveu a situação como extremamente preocupante e pediu evitar novas escaladas.
  • França, através de Emmanuel Macron, classificou os ataques como um surto de guerra e pediu uma reunião urgente do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, criticou publicamente os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irão, ocorridos no sábado. A ação foi descrita como uma escalada que pode aumentar tensões regionais e comprometer a ordem internacional.

Sánchez manifestou o repúdio no X, afirmando que a intervenção unilateral representa uma escalada e eleva a instabilidade global. A declaração aponta para a necessidade de respeito pelo direito internacional e proteção de civis.

Aixe-se que o Irão tenha alegadamente visado uma instalação no centro de Teerão, associada ao líder supremo Ali Khamenei. O ataque ocorre numa fase de tensões crescentes entre Washington, Telavive e vários países da região.

Reações da União Europeia e de Paris

Ursula von der Leyen e António Costa classificaram a situação como profundamente preocupante, apelando à contenção e à observância do direito internacional. O objetivo é evitar nova escalada e um cenário de não proliferação.

Emmanuel Macron descreveu os ataques como um surto de guerra com riscos para a paz global e solicitou uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU, para discutir medidas de prevenção.

Contexto da posição espanhola

Sánchez também condenou o governo iraniano e a Guarda Revolucionária, pedindo desanuviamento imediato e pleno respeito pelo direito internacional. A reação reflete uma linha externa de maior crítica a Washington, a Israel e ao Irão.

A Espanha tem assumido um papel ativo na imprensa europeia, defendendo uma posição mais firme em relação à política externa de Washington, à ofensiva em Gaza e à repressão de protestos internos no Irão.

Histórico de posição espanhola

Anteriormente, Espanha rejeitou um convite da Administração Trump para integrar o Conselho de Paz, citando preocupações com a coerência com o direito internacional, a ONU e a diplomacia multilateral.

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