- Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que a sua atuação cívico-política termina quando cessarem funções, em 9 de março, e que termina a história que tinha a escrever.
- Garantiu que, a partir daí, civismo e política serão exercidos de outra forma, nomeadamente em ações educativas, sociais e culturais.
- Falou na Representação Permanente de Portugal junto da União Europeia, em Bruxelas, numa receção a trabalhadores portugueses nas instituições europeias.
- Disse que a geração dele viu na Europa um sonho enorme que foi cumprido e pediu aos jovens para continuarem a construir a Europa.
- Salientou a influência de Portugal na União Europeia, destacando cargos relevantes ocupados por portugueses e mencionando António Costa como presidente do Conselho Europeu.
Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que, ao cessar funções no dia 9 de março, encerrará também a sua atuação cívico-política. O Presidente explicou que a história que tinha para contar termina nesse momento, abrindo espaço para novas formas de civismo e participação.
O discurso ocorreu na Representação Permanente de Portugal junto da União Europeia, em Bruxelas, durante uma receção a funcionários portugueses nas instituições europeias. O evento contou com a presença de António Costa, presidente do Conselho Europeu, bem como de outras figuras públicas.
Marcelo Rebelo de Sousa recordou a geração que ajudou a tornar realidade um “sonho enorme” da Europa. Encourajou os presentes a continuar o percurso, destacando que o futuro depende de quem fica e das responsabilidades que lhes cabem.
O Presidente sublinhou que, apesar de não ter vencido todas as metas, foram alcançados resultados essenciais. Encorajou a defesa dos ideais europeus e apelou a uma participação ativa para enfrentar desafios futuros.
Sobre os profissionais que hoje trabalham nas instituições europeias, o chefe de Estado destacou o peso de Portugal na União, mencionando cargos ocupados por nacionais. Atribuiu relevância ao papel de personalidades portuguesas no espaço europeu.
No final, referiu a parcela de ironia do destino na passagem de António Costa do Governo para a presidência do Conselho Europeu. Enalteceu a cooperação entre ambos e a convergência de trajetórias para afirmar a importância de Portugal na Europa.
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