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Governo rejeita Conselho da Paz criado por Trump por não se limitar a Gaza

Portugal recusa participar no Conselho da Paz de Trump por não limitar o âmbito a Gaza, segundo posição oficial do Ministério dos Negócios Estrangeiros

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, só admitiu a participação de Portugal caso o Conselho da Paz se restringisse a Gaza
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  • O governo rejeita a participação de Portugal no Conselho da Paz criado por Donald Trump, por não se limitar a Gaza.
  • O Ministério dos Negócios Estrangeiros considera que o organismo não pode atuar neste conflito nem noutro, por não restringir a sua atuação a Gaza e não cumprir uma resolução das Nações Unidas.
  • A posição foi avançada por Paulo Rangel à Renascença e confirmada ao Público.
  • Portugal só aceitaria integrar o Conselho da Paz se este se restringisse a Gaza.

O Governo de Portugal rejeita participar no Conselho da Paz criado pelo Presidente dos EUA, Donald Trump, por não se limitar a Gaza. A posição foi avançada por Paulo Rangel à Rádio Renascença e confirmada ao PÚBLICO.

Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, o Conselho da Paz não cumpre as condições para atuar neste conflito nem noutros, pois não se restringe à faixa de Gaza e, por isso, não respeita resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Rangel indicou que Portugal só aceitaria participar se o órgão tivesse o âmbito estritamente limitado a Gaza. A avaliação foi apresentada ao meio radiofónico nesta terça-feira e comunicada ao jornal por fontes oficiais.

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