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Marcelo afirma que Portugal manterá apoio à adesão da Ucrânia à UE

Presidente reafirma apoio de Portugal à adesão da Ucrânia à União Europeia, mantendo assistência política, militar, humanitária e financeira até à paz duradoura

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, assinalou os quatro anos de guerra na Ucrânia com uma mensagem no site da Presidência
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  • O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, disse que Portugal manterá apoio político, militar, humanitário e financeiro à Ucrânia.
  • A declaração foi publicada no site da Presidência para assinalar o quarto aniversário da invasão russa.
  • Portugal continuará a respaldar a adesão da Ucrânia à União Europeia, em cooperação com parceiros europeus e internacionais.
  • O chefe de Estado defendeu uma paz justa e duradoura que respeite a independência, soberania e integridade territorial da Ucrânia, com garantia de segurança a longo prazo.
  • Reitera-se a pressão sobre a Rússia para cessar a agressão e comprometer-se com negociações baseadas no direito internacional, com a perspetiva de um fim justo em 2026; Portugal permanecerá ao lado da Ucrânia.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou nesta terça-feira que Portugal manterá o apoio à Ucrânia, abrangendo as dimensões política, militar, humanitária e financeira. A declaração foi publicada no site oficial da Presidência.

Na mensagem, o Chefe de Estado destacou a resistência ucraniana ao longo de quatro anos de invasão pela Rússia, sublinhando a determinação do povo ucraniano e a gravidade dos ataques. Reforçou que o apoio de Portugal persiste com os parceiros europeus e internacionais.

Marcelo Rebelo de Sousa reiterou o compromisso com a adesão da Ucrânia à União Europeia e com o caminho até à integração, além de defender uma paz justa que respeite soberania e integridade territorial, bem como a segurança a longo prazo da Ucrânia.

Apoio contínuo e adesão à UE

Portugal continuará a prestar assistência pelo tempo que for necessário, em cooperação com parceiros da UE e da comunidade internacional, para que a Ucrânia seja forte e resiliente perante agressões.

O Presidente manifestou a esperança de que 2026 traga um acordo de paz fundamentado no direito internacional, com pressão para que a Rússia cesse a agressão e participe em negociações sob a Carta das Nações Unidas.

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