- No quarto aniversário da invasão, o Kremlin afirma que a intervenção direta de países ocidentais na guerra visa destruir a Rússia.
- Alega que a “operação militar especial” deve continuar até que os objetivos sejam alcançados.
- O porta-voz Dmitri Peskov sustenta que o conflito entre a Rússia e a Ucrânia se transformou num confronto com o Ocidente.
- As declarações surgem num momento em que Moscovo celebra quatro anos desde o início da invasão.
- Não são avançados detalhes adicionais sobre novas ações ou prazos específicos.
O Kremlin afirmou que os países ocidentais procuram destruir a Rússia, numa declaração associada ao quarto aniversário do início da invasão da Ucrânia. A afirmação foi feita numa altura em que Moscovo insiste que a “operação militar especial” vai prolongar-se até alcançar os seus objetivos.
De acordo com o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, a intervenção direta de potências ocidentais na guerra, ao apoiar Kiev, caracteriza um embate entre a Rússia e o Ocidente. A leitura oficial é de que o conflito se expandiu para uma confrontação com várias nações ocidentais.
Os comentários coincidem com a data de quatro anos desde o arranque da invasão russa à Ucrânia, marcada por ataques e deslocações massivas. Moscovo descreve o envolvimento ocidental como indispensável para a condução da ofensiva russa.
Peskov insistiu que a guerra não se trata apenas de confronto com a Ucrânia, mas de uma rivalidade estratégica com o Ocidente. As afirmações foram reportadas por agências internacionais e reproduzidas por meios controlados pelo Estado russo.
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