- O Conselho da Paz quer supervisionar a ONU e assegurar o funcionamento adequado da Organização das Nações Unidas, afirmou o presidente dos EUA, Donald Trump, na reunião de inauguração em Washington.
- Trump disse que, se a ONU precisar de ajuda financeira, o Conselho está preparado para intervir.
- O líder norte-americano classificou o Conselho como uma das iniciativas mais importantes do seu mandato, garantindo poder e prestígio, e avisou quem ainda não aderiu.
- Vários países prometeram mais de seis mil milhões de euros para ajuda a Gaza, e os EUA vão contribuir com mais de oito mil milhões de euros para o Conselho da Paz, que criou.
- O Conselho foi criado em janeiro com o objetivo de atuar na resolução de conflitos globais; alguns aliados recusaram aderir, temendo sobreposição de funções com a ONU.
Donald Trump discursou na reunião inaugural do Conselho da Paz, em Washington, na quinta-feira. O presidente dos EUA afirmou que o órgão vai supervisar a ONU e assegurar o funcionamento adequado da organização, num tom de oficialização institucional da iniciativa.
O Conselho da Paz foi criado em janeiro e pretende atuar na resolução de conflitos globais. Trump informou que, caso a ONU precise de apoio financeiro, o conselho está disponível para intervir, mantendo o tom de supervisão e coordenação.
Financiamento e promessas
O líder americano afirmou que vários Estados já comprometeram mais de 6 mil milhões de euros para a ajuda a Gaza. Os EUA vão contribuir com mais de 8,5 mil milhões de euros para o Conselho da Paz, segundo o próprio anúncio feito por Trump.
Reações de aliados
Alguns aliados recusaram aderir ao Conselho, temendo sobreposição de funções com a ONU. A iniciativa é apresentada como uma das mais importantes do mandato de Trump, que destacou o poder e o prestígio do novo organismo.
Contexto e objetivos
O Conselho da Paz nasceu com o objetivo de mediar conflitos globais e de oferecer uma estrutura de apoio financeiro e político aos esforços de paz. A proposta gerou reservas entre parceiros que duvidam da separação de competências com a ONU.
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