- Moradores da cidade de Gaza deslocaram-se aos mercados para preparar o Ramadão.
- Bancas de rua foram montadas entre edifícios muito danificados.
- Comerciantes vendiam pão, frutos secos e fruta desidratada nos mercados.
- A subida dos preços, a falta de dinheiro e a destruição generalizada alteraram o ambiente em comparação com outros anos.
- O Ramadão chega meses após um cessar-fogo frágil ter entrado em vigor em outubro, após mais de dois anos de conflito entre Israel e o Hamas.
Gaza assinalou o início do Ramadão num contexto de dificuldades econômicas e danos causados pela guerra. Jornalistas locais reportam que os moradores acederam aos mercados da cidade de Gaza, na terça-feira, para preparar o mês sagrado. Bancas de rua foram montadas entre edifícios gravemente danificados.
Os comerciantes vendiam pão, frutos secos e fruta desidratada. As ruas estavam cobertas de escombros, enquanto as pessoas circulavam entre lojas improvisadas e vendedores ambulantes em meio ao ambiente de destruição.
Vários moradores afirmaram que a subida dos preços, a escassez de dinheiro e a destruição generalizada alteram o cenário em comparação com anos anteriores. O Ramadão chega meses após um cessar-fogo frágil ter entrado em vigor em outubro, no âmbito do conflito entre Israel e Hamas.
Contexto económico e social
A crise económica persiste face à continuidade dos danos de infraestrutura e às restrições impostas na região. O custo de vida elevado agrava o poder de compra de famílias que se preparam para o mês de jejum.
Para muitos residentes, o Ramadão mantém-se como período de oração e esforço, sob condições que dificultam a aquisição diária de bens básicos, especialmente fora dos grandes mercados. O cessar-fogo vigente desde outubro não impede a continuidade de dificuldades econômicas ou de abastecimento.
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