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EUA rejeitam críticas europeias à morte de Navalny e mantêm posição

EUA recusam que a Europa seja vassala e defendem parceria, não questionando as conclusões europeias sobre Navalny

Alexei Navalny
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  • O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou em Bratislava que os Estados Unidos não querem uma Europa dependente ou vassala, mas sim uma parceira sólida na NATO.
  • Rubio insistiu que os EUA não veem com maus olhos que países da NATO aumentem as suas capacidades militares, desde que sejam aliados fortes.
  • O político reuniu-se com o primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, para discutir cooperação energética, segurança e modernização militar da Eslováquia.
  • A visita ocorre após a participação na Conferência de Segurança de Munique e antes de um encontro com o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán.
  • Cinco países europeus concluíram que Navalny foi envenenado com epibatidina, uma toxina presente em rãs-dardo, levando a Rússia a classificar as acusações como necropropaganda.

O secretário de Estado dos EUA afirmou, em Bratislava, que os Estados Unidos não pretendem que a Europa seja dependente ou vassala de Washington. Rubio disse que os EUA desejam uma Europa parceira, não subordinada, durante uma conferência conjunta com o primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico.

O encontro entre Rubio e Fico. O objetivo é reforçar cooperação em energia e segurança, e analisar a modernização militar da Eslováquia. A reunião ocorreu após a participação de Rubio na conferência de Munique e antes de uma audiência com o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán.

Foi enfatizado que os EUA apoiam o desenvolvimento de capacidades europeias dentro da NATO. Rubio frisou que alianças fortes surgem de membros igualmente poderosos, sem exigir dependência de qualquer país. O foco está em parcerias robustas.

Na agenda, a cooperação bilateral em energia nuclear e diversificação energética recebeu destaque. Também se discutiu apoio à modernização militar da Eslováquia e o contributo do país para a NATO, segundo o Departamento de Estado norte-americano.

Conclusões sobre Navalny

Surgiram declarações de cinco países europeus sobre a morte de Alexei Navalny. Advertem que houve envenenamento com uma toxina presente em rãs-dardo sul-americanas, apoiando que Navalny foi vitima de envenenamento.

O comunicado conjunto afirma que amostras recolhidas de Navalny confirmaram a presença de epibatidina. A Rússia respondeu classificando as acusações como necropropaganda e ultraje aos mortos, apelando à responsabilidade de quem as faz.

A Rússia sustenta que Navalny morreu de causas naturais na prisão, em fevereiro de 2024. A versão ocidental, entretanto, aponta para toxicidade elevada e indicações de envenenamento como provável causa da morte.

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