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Primeira-ministra dinamarquesa afirma que ataque dos EUA à Gronelândia ditaria o fim da NATO

Primeira-ministra da Dinamarca afirma que um ataque dos EUA à Gronelândia levaria ao fim da NATO, sublinhando soberania e autodeterminação da região

Mette Frederiksen
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  • A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, disse que um ataque dos EUA à Gronelândia para reivindicar o seu controlo poderia significar o fim da NATO.
  • Ela afirmou na Conferência de Segurança de Munique que, se um país da NATO atacasse outro país da NATO, a aliança acabaria.
  • A Gronelândia está sob jurisdição dinamarquesa e a crise desencadeada pelo interesse do presidente dos EUA continua, apesar de uma redução de na tensão recente.
  • Frederiksen sugeriu que há discordância entre Dinamarca, Europa e alguns amigos americanos relativamente a esta questão, durante a conferência em Munique, com a presença de líderes estrangeiros.
  • Defendeu que não se pode atribuir preço à Gronelândia nem a parte de Espanha, enfatizando o respeito pela soberania e pela autodeterminação do povo da Gronelândia.

A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, afirmou na Conferência de Segurança de Munique que um ataque dos Estados Unidos à Gronelândia para reivindicar o seu controlo seria, na prática, o fim da NATO. A Casa Branca é o centro das preocupações.

Frederiksen explicou que a NATO não pode permitir agressões entre aliados. A líder dinamarquesa sublinhou que a soberania da Gronelândia não pode ser objeto de negociação ou preço algum, destacando o princípio da autodeterminação.

A crise ganhou destaque durante o encontro, onde estiveram presentes Alexander Stubb, Pedro Sánchez e o senador Chris Coons. A nota pública reforçou que o Reino da Dinamarca tem jurisdição sobre a Gronelândia, e que qualquer mudança requer consentimento e respeito pelas democracias.

A líder dinamarquesa reforçou ainda que o desejo de Washington de controlar a região não reduziu com o passar do tempo, apesar de tensões terem arrefecido recentemente. O discurso enfatizou a importância de manter a ordem institucional e a aliança atlântica estável.

A posição da Dinamarca é clara: não se atribui valor econômico ou político à soberania de uma região quando isso violaria princípios democráticos fundamentais. O tema permanece sensível para aliados e para a segurança europeia.

Ao encerrar, Frederiksen reiterou a necessidade de diálogo entre as partes e de respeitar a vontade de povos da Gronelândia, sem abrir espaço a pressões externas que ponham em causa a NATO e a integridade territorial.

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