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UE condena sentença de 20 anos a Jimmy Lai em Hong Kong

A UE condena a pena de vinte anos a Jimmy Lai em Hong Kong e exige libertação imediata, destacando o impacto na liberdade de imprensa

Jimmy Lai enfrenta pena de prisão ditada em Hong Kong
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  • A União Europeia condenou a sentença de 20 anos de prisão de Jimmy Lai, empresário pró-democracia de Hong Kong, proferida por um tribunal local.
  • Lai foi condenado ao abrigo da lei de segurança nacional; a decisão ocorreu a 9 de fevereiro de 2026.
  • A UE pediu a libertação imediata e incondicional de Lai, destacando a sua idade avançada e estado de saúde.
  • Os co-réus, seis antigos funcionários do Apple Daily e dois ativistas, receberam penas entre seis anos e três meses e 10 anos; Lai cumpre 18 anos de uma pena adicional por fraude.
  • Reações internacionais: Taiwan qualificou a sentença como dura, a HRW descreveu-a como uma “sentença de morte” para Lai, e a família classificou-a como draconiana.

A União Europeia condenou a sentença de 20 anos de prisão aplicada a Jimmy Lai pelo Superior Tribunal de Hong Kong, sob a lei de segurança nacional. A condenação ocorreu numa audiência em 9 de fevereiro de 2026 e elevou preocupações sobre a liberdade de imprensa na cidade.

O Bloco pediu a libertação imediata de Lai, reconhecendo a idade do empresário e o seu estado de saúde. A UE afirmou que a perseguição política contra Lai e ex-dirigentes do Apple Daily prejudica a reputação de Hong Kong.

O caso envolve Lai, ex-magnata da imprensa pró-democracia, fundador do Apple Daily, já encerrado, e seis antigos funcionários do jornal, além de dois ativistas, que também receberam penas. O tribunal levou em conta o caso de fraude ligado a Lai, com parte da pena a cumprir de forma consecutiva.

Reacções internacionais

Taiwan considerou a pena dura e criticou o uso da segurança nacional para reprimir libertades fundamentais. Organizações de direitos humanos, como a HRW, descrevem a condenação como severa e preocupante para o espaço cívico de Hong Kong.

A família de Lai descreveu a decisão como draconiana. O Governo de Hong Kong manteve a posição de que o fundador do Apple Daily mereceu a pena, com base no volume de provas apresentadas durante as audiências.

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